quarta-feira, 30 de maio de 2012
Texto interessante para Interpretação (Grande mensagem).
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Exercitando - Interpretação de texto.
Muitas vezes achamos que uma interpretação textual é pessoal,mas isso é uma inverdade, pois o processo de interpretação de texto advém de algumas técnicas. Ao menos que uma questão peça a sua opinião ( assim,pessoal), deve-se identificar o tema central ( assunto principal do texto) e após verificar três enfoques no mínimo sobre tal. Após identificar o tema e no mínimo três argumentações do autor basta rolarmos o desenvolvimento: o autor escreve sobre certo tema e tem as seguintes opiniões...teste abaixo como está a sua intenção interpretativa.
Obs.: as questões em negrito identificam as respostas corretas sobre o texto.
Banho de mar é energizante?
Embora não existam comprovações científicas, muitos especialistas acreditam que os banhos de mar tragam benefícios à saúde. “A água marinha, composta por mais de 80 elementos químicos, alivia principalmente as tensões musculares, graças à presença de sódio em sua composição, por isso pode ser considerada energizante”, afirma a terapeuta Magnólia Prado de Araújo, da Clínica Kyron Advanced Medical Center, de São Paulo. “Além disso, as ondas do mar fazem uma massagem no corpo que estimula a circulação sanguínea periférica e isso provoca aumento da oxigenação das células”, diz Magnólia. Existe até um tratamento, chamado talassoterapia (do grego thalasso, que significa mar), surgido em meados do século 9 na Grécia, que usa a água do mar como seu principal ingrediente. Graças à presença de cálcio, zinco, silício e magnésio, a água do mar é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo. Já o sal marinho, rico em cloreto de sódio, potássio e magnésio, tem propriedades cicatrizantes e anti-sépticas. Todo esse conhecimento, no entanto, carece de embasamento científico. “Não conheço nenhum trabalho que trate desse tema com seriedade, mas intuitivamente creio que o banho de mar gera uma sensação de melhora e bem-estar”, diz a química Rosalinda Montoni, do Instituto Oceanográfico da USP.
Revista Vida Simples, ed. 16, maio de 2004, p. 19.
1) Qual das afirmações a seguir pode ser depreendida do texto acima?
a)As propriedades cicatrizantes do sal marinho fazem do banho de mar um remédio eficaz na cura de infecções.
b)Embora o banho de mar proporcione bem-estar, não há certeza de que ele tenha propriedades curativas.
c)Para incluir o banho de mar em um tratamento, é necessário que antes se comprovem cientificamente suas propriedades medicinais.
d)A talassoterapia usa o banho de mar no tratamento de diversos problemas de saúde.
e)As propriedades terapêuticas atribuídas ao banho de mar são fruto de crendice, uma vez que não foram comprovadas cientificamente.
2) Qual é a idéia central do texto acima?
a)Os depoimentos científicos sobre as propriedades terapêuticas do banho de mar são contraditórios.
b)Molhar-se com água salgada é energizante, mas há necessidade de cuidados com infecções.
c)O banho de mar tem uma série de propriedades terapêuticas, que não têm comprovação científica.
d)Os trabalhos científicos sobre as propriedades medicinais do banho de mar têm publicações respeitadas no meio científico.
e)A água do mar é composta por vários elementos químicos e bactérias que atuam no sistema nervoso.
3) Qual das sentenças abaixo reproduz adequadamente uma relação entre ideias presente no texto?
a)Muitos especialistas acreditam que o banho de mar traga benefícios à saúde, visto que não existem comprovações científicas.
b) A água do mar pode ser considerada energizante apesar de ser composta por mais de 80 elementos químicos.
c)A massagem feita pelas ondas do mar provoca aumento da oxigenação das células através da estimulação da circulação sanguínea.
d)A água do mar apresenta cálcio, zinco, silício e magnésio em sua composição, no entanto ela é usada para tratar doenças como artrite, osteoporose e reumatismo.
e)A água do mar alivia as tensões musculares, estimula a circulação sanguínea e tem propriedades cicatrizantes e anti-sépticas. Além disso ela carece de embasamento científico.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Língua Portuguesa - TÉCNICAS DE REDAÇÃO
Prof.Vallim.
Estrutura de uma Redação:
Ao elaborarmos uma redação devemos ter os seguintes dados organizados:
Introdução:
Na introdução devemos apresentar o TEMA principal, sem um maior aprofundamento,apenas para introduzir o assunto. O tema divide-se em tema principal e temas secundários. O tema principal é o assunto propriamente dito: assunto principal sobre o qual se disserta no texto; os temas secundários são os tópicos e argumentações que irão fundamentar a estrutura do texto.
Conclusão
A conclusão deve ser objetiva,isto é, o posicionamento do redator deve ser transparente,trazendo soluções ou visões sobre o tema discorrido, elaborada em um parágrafo.
Observações estruturais
Devemos empregar sempre a norma culta em um texto redativo, procurando a utilização de sinônimos, antônimos, sem a repetição em demasia de uma palavra durante o texto. A ordem dos períodos deve ser bem empregada dando uma sequência exata no decorrer do assunto, concordância verbal, nominal, regência,pontuação e acentuação são vigentes quanto ao bom emprego durante o texto, sendo de grande importância na nota final de uma redação.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Interpretação de Texto:
Entende-se por texto, um conjunto de ideias expressas através de frases, orações, parágrafos, com estilo próprio e uma estrutura própria, produzido por certo sujeito.
A estrutura de um texto varia de acordo com sua natureza. Há o texto literário e o não-literário.
O texto literário expressa opinião pessoal do autor que também é transmitida através de figuras, impregnado de subjetivismo. Já o texto não-literário preocupa-se em transmitir uma mensagem da forma mais clara e objetiva possível. Uma notícia de jornal, por exemplo, é um texto não-literário e um romance de José de Alencar é um texto literário.
Compreender um texto é levar em conta os vários aspectos que ele possui: moral, social, econômico, conforme a intenção do autor; para ratificar esses aspectos o autor se utiliza de um vocabulário condizente com sua intenção.
Então, como entender ou compreender textos em prova, se cada pessoa possui um modo específico de ver os fatos? A resposta não é simples. Não obstante o valor subjetivo do texto, ele possui uma estrutura interna que é básica e garantira uma compreensão objetiva.
Compreender um texto é ir dando conta, ao mesmo tempo, daquilo que o autor diz e de como o diz.
Para que possamos compreender um texto é necessário, antes de tudo, entendê-lo. Para isso, torna-se indispensável ter ao nosso alcance um bom dicionário, a fim de sabermos o significado das palavras que não conhecemos.
Finalmente, para compreender um texto, temos que:
Fazer uma leitura atenta do mesmo.
Conhecer o significado de todas as expressões e palavras nele contidas.
Fixar com precisão o que o texto diz.
Justificar o modo pelo o qual o diz.
Determinar o tema, que é a essência do que nos é transmitido ( mensagem ).
Somente leituras frequentes proporcionam a habilidade de entender e interpretar textos, seja uma obra inteira (um romance ) ou fragmentos ( artigos de jornais, revistas etc. ).
IDEIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS
Para compreendermos um texto é necessário descobrir sua estrutura interna; nela encontraremos ideias principais e secundárias e precisamos descobrir como essas ideias se relacionam.
As ideias principais giram em torno do tema central, de um assunto-núcleo contida no texto; a ela somam-se as secundárias, que só são importantes enquanto corroboradas do tema central.
Se há ideias principais e secundárias, como ocorre relação entre elas?
Muitas vezes, a técnica usada é a de explanação de ideias “em cadeia”; ocorre a explanação da ideia básica e, a seguir, o desdobramento dessa ideia nos parágrafos subsequentes, a fim de discutir, aprofundar o assunto.
A clareza e a objetividade devem caracterizar a estrutura do texto, para que as ideias nela contidas possam atingir o propósito de sua mensagem. Tal propósito, por sua vez, pode ser alcançado através dos mecanismos linguísticos que se associam às relações de coordenação e subordinação de ideias-conjunções.
Vejamos, pois, como uma série de enunciados simples, coordenados e relacionados pelo sentido, pode articular-se para formar um período complexo em que haverá uma ideia principal e outras que lhe servirão de suporte:
Júlia chegou ao Chile em 1985.
Ela não contava ainda com seis anos.
Ela teve que acompanhar a família.
Após a chegada, matriculou-se logo numa escola para estrangeiros.
Ideia mais importante: a chegada de Júlia.
Admitamos que o fato considerado mais importante seja a chegada de Júlia ao Chile. A versão do período poderia ser a seguinte:
‘“Júlia, que não contava ainda com seis anos, chegou em 1985 ao Chile, para onde ela teve de acompanhar a família, matriculando-se numa escola para estrangeiros”.
Da oração principal “Júlia chegou em 1985 ao Chile” dependem as demais.
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