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sábado, 14 de maio de 2011

Aliteração - Só a Língua Portuguesa ...





Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...
Aliteração: é uma figura de linguagem em que se utiliza a mesma letra inicial ou a mesma sílaba tônica nos termos que formam um texto.




Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, p assou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.

Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.

Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.

Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.

Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.

Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profi ssão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.

Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.

Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo Pereceu pintando... '
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

Após esse texto ficasem graça dizer:
'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.'




(Autor desconhecido).

sábado, 5 de dezembro de 2009

Literatura - Arcadismo:

Arcadismo (1768- 1808)

O Arcadismo representa na literatura, uma reação ao estilo Barroco – exageradamente rebuscado, com antíteses e frases tortuosas. Na época ele propunha uma volta aos estilos clássicos, ou seja, Greco-Latino e Renascentistas, considerados fonte de equilíbrio e simplicidade, este movimento também é denominado de Neoclassicismo. O nome Arcadismo vem do romance pastoral de Sannazzaro, intitulado Arcádia (1504), que tem como tema à vida campestre, ideal de felicidade. A expressão Arcádia evoca a lendária região da Grécia, denominada pelo Deus Pan e habitada por pastores que se dedicavam á poesia e a vida rústica. Daí o fato de os poetas chamarem-se “pastores” e adotavam nomes Greco-Latinos: Glauceste (Cláudio Manuel da Costa) e Dirceu (Tomás Antônio Gonzaga).

Características do Arcadismo:

Imitação: os Árcades propunham uma volta aos modelos clássicos Renascentistas, porque neles encontrava o ideal de simplicidade e a imaginação equilibrada pela razão, o que seria o freio moderador das emoções e impelindo os excessos. Resultam disso a presença mitológica e a linguagem simples, de vocabulário simples e períodos simples.

Bucolismo: segundo os Árcades, a pureza, a beleza e a espiritualidade residem na natureza. O crescimento das cidades conduz à valorização do campo e do preceito Horaciano (poeta italiano, referência para os autores renascentistas e neoclássicos) do fugere urbem (“fugir da cidade”). Daí a preferência por temas pastoris e pelas cenas da vida campestre. Inutilia Truncar: (“corta o que é inútil”) era um lema do Arcadismo, pois eles buscavam uma vida simples, bucólica, longe do burburinho urbano. Outra norma desse movimento é a Áurea Mediocritas (“mediocridade áurea”), determinando a simplicidade e o ideal de uma existência tranquila, sem excessos e associado à natureza. Carpe diem: aproveitar o dia, viver o momento presente com grande intensidade, foi uma atitude inteiramente assumida por esses poetas.
Racionalismo: preocupação com a verdade e o real. Segundo os Árcades, só é belo o que é racional, prega-se, portanto o equilíbrio entre a razão e o sentimento. Não cedes, coração, pois nesta empresa O brio só domina, o cego mundo Do ingrato amor seguir não Deus... (Alvarenga Peixoto) Convencionalismo: repetição de temas muito explorados e utilização de lugares comuns como “ovelhas”, “pastoras”, “estrela-Dalva”, “montes”, “claros fontes” etc. Idealização do amor e da mulher: o amor é a fonte de prazer, tranquila e não-passional. Irás a diverti-me na floresta, Sustenta, Marília, no meu braço; Aqui descansarei a quente sesta; Dormindo num leve sono em teu regaço, (Tomás Antônio Gonzaga) Principais poetas: Cláudio Manuel da Costa: seu pseudônimo árcade é Glauceste Saturnino e Nise, sua musa-pastora. Com a publicação de Obras Poéticas inaugurou o Arcadismo no Brasil em 1768. Além da obra já citada ele produziu: O Parnaso Obsequioso de 1831 e Vila Rica, Poemeto Épico de 1839. Tomás Antônio Gonzaga: seu pseudônimo árcade é Dirceu, e Marília o de sua musa, Maria Dorotéia Joaquina de Seixas. Entre suas principais obras estão: Marília de Dirceu, coletânea de liras constituída de três partes, ambas publicadas em Lisboa em 1792 e 1799. Obra de linguagem simples revela o gosto pelas cenas pastoris. Outra obra dele é Cartas Chilenas, provavelmente escritas entre 1787 e 1788, obra satírica que tem como alvo o governador mineiro Cunha Menezes, a quem o poeta chama de “fanfarrão Minésio”. o remetente da carta é Critilo (Gonzaga), e o destinatário é Doroteu (Cláudio Manoel da Costa). O Chile é Minas, e Santiago corresponde a Vila rica, como pode se observar nem o povo escapa das críticas do poeta: Em 1789, Gonzaga foi preso, acusado de envolvimento na Conjuração Mineira. Em 1792 foi degredado a Moçambique. · Manuel Inácio da Silva Alvarenga: escreveu os vícios, As Artes, Epístola a José Basílio da Gama e o Desertor das Letras, poema heróico e cômico que manifesta seu apoio às reformas do Marquês de Pombal. Porém e o livro Glaura, poemas eróticos de 1799 que o coloca entre os principais poetas de sua época. Poesia épica do Arcadismo: · José Basílio da Gama: seu pseudônimo árcade é Termindo Sipílio. Escreveu o poema épico Uruguai, publicado em 1769, sua obra mais importante. Ele narra a luta entre os índios dos sete povos da missão, do Uruguai, instigados pelos jesuítas, contra o exército Luso-espanhol que deveria transferir para os domínios portugueses na América e a colônia do Sacramento para a Espanha.
· Frei José Santa Rita Durão: sua obra mais importante é Caramuru de 1781, que narra à história de Diogo Álvares correia, que morreu num naufrágio na Bahia no séc. XVI. Segundo a lenda um tiro fez com que os índios lhe atribuíssem características sobrenaturais e lhe dessem o nome de Caramuru (filho do trovão). Gozando de prestígio entre os índios que lhe deram Paraguaçu como esposa. Descreve a paisagem brasileira, nossa fauna, flora, os costumes a tradições indígenas. “A morte de Moema” é o episódio mais conhecido da epopeia: Diogo resolve embarcar para a França com Paraguaçu, Moema, Apaixonda, tenta segui-lo a nado e morre afogada.

domingo, 22 de novembro de 2009

Língua - Sílaba Tônica - Oxítonas,paroxítonas e proparoxítonas.

Sílaba Tônica:

A sílaba tônica de uma palavra é aquela que apresenta maior peso em sua pronúncia, isto é, a sílaba mais alta ou mais forte da palavra. Não podemos confundir essa definição com a maior duração de sons de um termo, por exemplo: ao pronunciarmos a palavra amor. A sílaba A parece ter maior duração, porém, a sílaba mais alta, forte, é MOR. Quando uma sílaba é acentuada já nos facilita a percepção, pois o acento serve também para demarcar a sílaba tônica de um termo (mais adiante veremos acentuação gráfica).
Observe os exemplos:

EX.: Saúde: sa-ú-de.

Lápis:-pis.

Amor: a-mor.

Castelo: cas-te-lo.

Martelo: mar-te-lo.



Note que algumas palavras parecem ter um acento fantasma, caso de martelo, castelo, essas palavras também são fáceis de demarcarmos a sílaba tônica; Quanto aos termos que não apresentam um acento fantasma em sua pronúncia devemos analisar a sílaba de presença mais forte ou mais alta.


Classificação da Sílaba Tônica:


As palavras são classificadas de acordo com a posição da sílaba tônica. Os termos podem ser oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas.

Oxítonas: As oxítonas caracterizam-se por apresentar a sílaba tônica na última sílaba da palavra.

Ex.: Mar, Maracu, Vata, ci, ca, Radar, parabéns, etc.


Paroxítonas: Caracterizam-se pela presença da sílaba tônica na penúltima sílaba da palavra.

Ex.: xi, nis, pis, lix, ceps, Oca, índio, Caneta, moto, etc.

Proparoxítonas: São os termos que apresentam a sílaba tônica na antepenúltima sílaba da divisão silábica.

Ex.:
sica, bado, sica, tira, Química, etc.

domingo, 25 de outubro de 2009

Língua - Transitividade Verbal- objeto direto, indireto:

Como vimos no "post" anterior, alguns verbos possuem sentido completo,enquanto outros não. A transitividade verbal tem como estudo esse elemento: os verbos que necessitam de complemento são chamados transitivos; verbos que não necessitam de complemento são denominados: intransitivos.

Verbos Intransitivos (V.I.):

São os verbos que não necessitam de complemento por apresentarem um sentido completo.

ex.: Os alunos estudam.
O professor chegou.
O bebê nasceu.

Note que é possível acrescentar um complemento, pois todo o verbo pode receber um, mas não é necessário no caso do verbo ser intransitivo.

Os alunos estudam para a prova. O professor chegou antes do sinal. O bebê nasceu prematuro.

Verbos Transitivos (V.T.):

São assim chamados os verbos que necessitam de complemento, pois não apresentam sentido sem esse. A esse complemento damos o nome de objeto ( direto quando colocado sem o auxílio de uma preposição e indireto quando utiliza preposição).

Verbos Transitivos Diretos ( V.T.D.):

Nominamos desse modo aqueles verbos que necessitam de complemento sem o auxílio de uma preposição, ou seja, utilizam um objeto direto como complemento.

ex.: A avó agradou o neto.
Todos falavam alto demais.
Minha equipe venceu o campeonato brasileiro.

Nos três exemplos o verbo não apresenta uma preposição no complemento, portanto, objeto direto após o verbo.


Verbos Transitivos Indiretos (V.T.I.):

São os verbos que necessitam de complemento com o auxílio de uma preposição, portanto, objeto indireto.

ex.: O novo projeto econômico não agradou ao povo.
Todos falavam de ti.
todos gostam de música.

O mesmo verbo pode agir como transitivo direto em uma oração e ser transitivo indireto em outra. Isso ocorre de acordo com o objeto colocado e a sua necessidade quanto à regência.

Verbos Transitivos Diretos e Indiretos ( V.T.D.I.):

São os verbos que apresentam mais de um complemento. Um com objeto direto e outro com objeto indireto.

ex.: Agradeci a ela o convite.
Chamei o menino à atenção, pois estava conversando durante a aula.
Entregou flores à secretária.

Os casos acima mostram verbos com um complemento utilizando preposição ( objeto indireto) e outro sem preposição (objeto direto).

sábado, 24 de outubro de 2009

Língua - Regência verbal e nominal - curiosidades:

A regência trata das relações existentes entre os termos em uma frase, ou seja, estuda a dependência entre as palavras. Toda frase apresenta termo regente e termo ou termos regidos.

Termos regentes Termos regidos

Agradar a o filho.
Chamar o filho.
Amor a o próximo.

Na Língua Portuguesa essa relação entre termo regido e termo regente é indicada pelo uso das preposições.

Regência Nominal:

Quando termo regente é um nome temos a regência nominal ( substantivo, adjetivo, advérbio).

Horror a Buenos Aires.
Natural de Buenos Aires.
Um dia em Buenos Aires.

Nos casos em que os nomes não apresentam um sentido completo é necessário complemento, assim o significado do nome transita para o complemento estabelecendo uma relação entre regente e regido que é medida por uma preposição.

Note algumas regências:

acessível a
ávido de, por
entendido em
equivalente a
fácil de
firme em
grato a
gosto por

Regência Verbal:

Refere ao estudo dos verbos quanto à necessidade e ao tipo de complemento exigido, nesse caso o termo regente na oração é um verbo e não um nome.

Chegamos a Buenos Aires.
Estamos em Buenos Aires.
Simpatizamos com Buenos Aires.

Alguns verbos, por expressarem uma ideia completa, não exigem complemento. São os verbos Intransitivos( assunto que será tratado logo mais)

Os jovens estudam.
O menino dormiu.
As crianças brincam.

Há também os verbos de ligação: ser,estar,ficar,andar,permanecer,parecer,etc.

Outros verbos não têm sentido completo, exigem complemento (objeto direto, objeto indireto). São os verbos transitivos( assunto que será abordado logo mais):

Meu pai comprou um sítio.
verbo O.D.

As crianças gostam de desenhos animados.
verbo O.I.

Observe que no primeiro caso a ligação entre o verbo e seu complemento dá-se diretamente, ou seja, verbo transitivo direto e objeto direto; no segundo caso temos o uso de preposição entre o verbo e o complemento, logo: verbo transitivo indireto e objeto indireto.

Algumas regências:

verbo ASSISTIR:

No sentido de presenciar, ser espectador, pede objeto indireto:

Assistimos ao filme ontem. Assisti a um ótimo filme.

No sentido de dar auxílio, ajudar, pede objeto direto:

O médico assiste o paciente. O escoteiro assistiu o senhor.

Obs.: notamos assim que o uso do verbo assistir sem preposição é errado no caso de presenciar. Ouvimos esse erro frequentemente: assisti o filme ( você ajudou, deu auxílio ao filme? )

Agradar:

No sentido de satisfazer, pede objeto indireto, ou seja, preposição entre o verbo e o complemento:

A nova lei não agradou ao público.

No sentido de dar carinho,afago, pede objeto direto, opu seja, sem o uso de preposição entre verbo e complemento:

A avó agradou o neto.

NÃO DEVEMOS DAR A DOIS VERBOS DE REGÊNCIA DIFERENTE O MESMO COMPLEMENTO:

ex.: entrar em e sair de:

ERRADO: O aluno entrava e saía da sala repetidas vezes.
CERTO: O aluno entrava na sala e saía dela repetidas vezes.

COM VERBOS DE MOVIMENTO ( IR,VIR, COMPARECER,VOLTAR, CAIR) EMPREGA-SE A PREPOSIÇÃO A E NÃO EM.

ERRADO: Caiu no chão.
CERTO: Caiu ao chão.

ERRADO: Vou na casa de um amigo.
CERTO: Vou à casa de um amigo.

ERRADO: Cheguei no aeroporto.
CERTO: Cheguei ao aeroporto.

Preferir: prefere-se uma a outra:

Prefiro a democracia ao totalitarismo.
Todos preferem elogio à censura.

sábado, 17 de outubro de 2009

Literatura e Sociedade...Atualidade.

A Literatura é uma das formas mais próximas de um indivíduo para que esse cresça em sua intelectualidade e cultura. Através dos livros nos é possível adquirir conhecimento e cultura sobre qualquer época ou lugar em nosso mundo, devido a isso podemos dizer que a Literatura caminha lado a lado com a história, pois, através dos livros os autores mostram vários aspectos de um povo, nação ou continente.



A Literatura e a Atualidade


Uma viagem cultural: esta é uma das melhores definições que podemos dar ao termo Literatura. Adentrando a uma obra literária um ser pode viajar pelas mais diversas épocas e enredar-se nos mais diversos e importantes acontecimentos de nossa história. Hoje em dia, uma pessoa pode saber dados culturais de qualquer lugar no mundo usando como instrumento um livro. E isso lendo obras literárias de qualquer gênero e não precisamente um guia de viagens, como isso se dá? Um escritor atua de forma a informar o leitor, isto é, mesmo meio a uma obra totalmente fictícia vários dados reais sobre os costumes ou folclores do local onde se passa a história são verídicos. Mesmo em um enredo de fantasia (Senhor dos Anéis, por exemplo, o autor tem como objetivo causar reflexões de algum ponto no leitor sobre os acontecimentos da sociedade, No livro o autor cria um mundo onde várias raças se unem para por fim ao mal, querendo realizar uma comparação ao fato da discriminação racial na época ser um fator latente para o atraso do mundo) o autor apresenta dados reais supostos a sua sociedade ou momento vivido.
Assim, concluímos que a Literatura funciona como um instrumento de informação, reflexão ou protesto contra a sociedade em que vivemos. A Literatura está presente em nossa vida no dia a dia mesmo que muitas vezes não percebamos esse fato.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Língua - Quando usar: ONDE/AONDE, EM VEZ DE /AO INVÉS DE, MAL/MAU...

Diariamente enfrentamos certas dúvidas em relação ao uso de certos termos na Língua Portuguesa,tanto na fala como na escrita. Isso é quase geral, ouço todos os dias alguns termos mal ( com 'L', heheheh) empregados, mas alguns erros frequentes (agora sem trema,não esqueça) são fáceis quanto ao uso correto, vejamos:

ONDE/AONDE:

ONDE: utilizamos onde ao referir endereços,localidades, lugares concretos...

Ex.: ONDE estaciono meu carro?
ONDE tu moras?
ONDE pensas que vais a uma hora dessas?
Sei ONDE quero chegar seguindo esse desvio.

AONDE: utilizamos para referir sentido abstrato, imaginário,etc.

Ex.: AONDE estás com a cabeça ?
AONDE tu pretendes chegar com essa atitude...
Meu coração está AONDE tu estás.

OBS.: Assim, na música do grupo Cidade Negra, intitulada "Aonde você mora" há uma oração que diz:

"...aonde você mora..." o uso nessa oração está errado, pois refere endereço ou localidade, portanto o correto seria: ONDE VOCÊ MORA.


EM VEZ DE / AO INVÉS DE :

EM VEZ DE: essa expressão pode ser utilizada em qualquer caso de comparação ou alternativa.

Ex.: Leia um bom livro EM VEZ DE assistir a esse programa ruim na TV.
Viajarei à praia EM VEZ DE ir ao evento no final de semana.

AO INVÉS DE: essa expressão deve ser utilizada somente ao referirmos posição antagônica,ou seja, alternativas exatamente contrárias.

Ex.: AO INVÉS DE dormir cedo fiquei acordado até tarde ontem.
Estudei para prova AO INVÉS DE tentar colar dos colegas ( isso é aconselhável,hehehhe...)
Fiquei em casa ontem AO INVÉS DE sair.

OBS.: notamos que somente em casos de ideias opositivas devemos utilizar ao invés de.

MAL/ MAU:

MAL: devemos utilizar somente quando o contrário for BEM.

Ex.: Sua atitude foi MAL interpretada pelos amigos. ( o contrário seria BEM interpretada).
O político foi MAL intencionado. ( o contrário seria BEM, coisa difícil nos políticos,heheh...)
O MAL é sempre vencido pelo BEM.

MAU: é utilizado quando o contrário referir BOM.

Ex.: O lobo MAU tentou comer a vovózinha. ( lobo BOM).
O desempenho da equipe foi MAU. ( BOM).

OBS.: Assim temos: mal-entendido, mal-educado, mau-olhado, Homem mau, etc.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Só o conhecimento te faz ser dono de seu caminho:

Fico boquiaberto com o orgulho que alguns brasileiros têm ao falar do "jeitinho brasileiro"...enchem a boca e os olhos saltam para fora quando falam da "malandragem tupiniquim", ora...está mais que na hora de deletarmos essa "descultura". Não existe jeitinho brasileiro,existe corrupção no Brasil,existe o desuso da cultura em nosso país, nossos jovens parecem cada vez mais preocupados com festinhas, em usar a correntona no pescoço ou utilizar expressões que lá fora são mais velhas que andar pra frente.Como educador luto pela abosorvição do conhecimento, daí quando falo em aula sobre isso um aluno indaga:- mas pra ser presidente nem estudo precisa ,então por que eu vou estudar? então eu digo: - estude para guiar e não ser guiado,não ser um fantoche na mão dos outros. Nada contra nosso estimado presidente, não escrevo aqui sobre política,mas sim sobre cultura e Língua...acho que liderança se tem e não se aprende e isso ele demonstra em muitos aspectos...estou aqui dissertando sobre o fato da cultura não ser moda entre nossos adolescentes, muitos não pensam no futuro,acham que a vida é somente o agora e o conhecimento é um "saco". Estou aqui para dizer a estes que o conhecimento é tudo, pois nem as gurias ou os guris irão dar atenção a vocês em um breve futuro se o corpo for belo,mas a cabeça oca.
Tudo bem, assistam os programas que nada te acrescentam,leiam as besteiras da net que nada valem,afinal,nós devemos ter momentos de "nadismo", isso é fundamental para a qualidade de vida também...eu não assisto somente programas inteligentes ou leio apenas livros intelectuais, como todo ser normal acho que faz parte de nossa existência rirmos da maior besteira, brincarmos como na infância,somos humanos.Mas, procure ser mais , não melhor ,apenas mais,sempre mais...leia um livro a cada três meses que seja,assista um programa inteligente por semana na televisão,leia sobre política no jornal nem que só no final de semana,acesse um site cultural uma vez ao dia e leia um parágrafo sobre qualquer item que considere intelectual,aprenda uma palavra nova de nosso idioma a cada dois dias e a use em suas conversas,passe adiante...
Seja o dono de seu caminho e assim possa fazer escolhas no futuro, não deixe a vida te levar(isso só fica bonito em poesia ou música), guie tu a tua vida,mas para isso aprenda,busque,somente assim poderás fazer isso, o maior e único poder real que ninguém pode tirar de você é sua cultura e seu conhecimento.

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Concordância Nominal ? O básico está aqui.

CONCORDÂNCIA NOMINAL                                 O artigo, o adjetivo, o pronome adjetivo e o numeral concorda...

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