
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Literatura. Pré-Modernismo:
No início do século XX, muitos escritores naturalistas, parnasianistas, realistas e simbolistas seguiam compondo suas obras, todavia,surgiam novos escritores com uma maneira nova na escrita,tanto nos temas escolhidos como na forma de linguagem e estrutura dos textos, forma influenciada pelos escritores e artistas europeus.
O pré-modernismo não foi realmente um movimento literário,mas sim uma transição que veio a introduzir a literatura e a arte moderna no Brasil. A principal referência dessa transição foi a semana da arte moderna, realizada em 1922.
Características do Pré-Modernismo:
Apesar de ainda presos, de certa forma, pela poesia romancista, naturalista, realista e simbolista, podemos notar duas características fundamentais nos autores pré-modernistas, são elas o interesse em mostrar o que acontecia no Brasil, ou seja, a realidade brasileira e a forma com que escreviam quanto à linguagem, isto é, havia a busca por uma linguagem mais simples, coloquial, a fim de identificar uma literatura tipicamente brasileira. Vejamos a seguir essas características de forma mais aprofundada.
O interesse pela realidade brasileira:
Os autores realistas e naturalistas, como Machado de Assis e Aluísio Azevedo, narravam o dia a dia do homem universal, fosse brasileiro ou não; nos autores pré-modernistas havia a preocupação com o homem brasileiro, eram temalizados assuntos relacionados ao aspecto social do brasileiro e sua forma de levar a vida junto à reflexão da sociedade brasileira e sua conduta com o povo, é possível notar essa característica nas obras de Graça Aranha, assim como em Euclides da Cunha e Monteiro Lobato. Os autores buscavam narrar os fatos relacionados à vida dos brasileiros, exceto na obra de Augusto dos Anjos, que foge do interesse social pela vida social do povo de nosso país, podemos observar grande interesse com a vida meio a sociedade brasileira e com tudo que acontecia no Brasil.
A busca pela linguagem simples e coloquial:
Provocando muitas vezes a insatisfação de acadêmicos e poetas parnasianos, alguns autores do pré-modernismo procuraram utilizar uma forma de linguagem que se tornasse mais acessível aos brasileiros de qualquer classe. Escritores como Lima Barreto, que chegava a fugir das normas gramaticais da Língua, a fim de que pudesse ser entendido pelo maior número de leitores, com o objetivo de tornar a obra literária de algum modo ao alcance de qualquer um, podemos chamar isso de uma tentativa de popularização da arte literária.
sábado, 2 de abril de 2011
Moacyr Scliar - Biografia:
Obras:
contos O Carnaval dos Animais (1968) A Balada do Falso Messias (1976) Histórias da Terra Trêmula (1976) O Anão no Televisor (1979) Os Melhores Contos de Moacyr Scliar (1974) Dez Contos Escolhidos (1984) Para Gostar de Ler - Vol. 9 (1984) - (resumo do conto ''Cego e amigo gedeão a beira da estrada'') O Olho Enigmático (1986) Contos Reunidos (1995) A Orelha de Van Gogh (1995) O Amante da Madonna (1997) Os Contistas (1997) Histórias para (quase) Todos os Gostos (1998) romances A Guerra no Bom Fim (1972) O Exército de um Homem Só (1973) Os Deuses de Raquel (1975) O Ciclo das Águas (1975) Mês de Cães Danados (1977) Doutor Miragem (1979) Os Voluntários (1979) O Centauro no Jardim (1980) Max e os Felinos (1981) A Estranha Nação de Rafael Mendes (1983) Cenas da Vida Minúscula (1991) Sonhos Tropicais (1992) A Majestade do Xingu (1997) A Mulher que Escreveu a Bíblia (1999) Os Leopardos de Kafka (2000) literatura juvenil Cavalos e Obeliscos (1981) A Festa no Castelo (1982) Memórias de um Aprendiz de Escritor (1984) No Caminho dos Sonhos (1988) O Tio que Flutuav.( 1988) Os Cavalos da República (1989) Pra Você Eu Conto (1991) Uma História Só pra Mim (1994) Um Sonho no Caroço do Abacate (1995) O Rio Grande Farroupilha (1995) Câmera na Mão, O Guarani no Coração (1998) A Colina dos Suspiros (1999) O Mistério da Casa Verde (2000) O Livro da Medicina (2000) crônicas Massagista Japonesa (1984) Um País Chamado Infância (1995) Dicionário do Viajante Insólito (1995) Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar (1996) ensaios A Condição Judaica (1987) Do Mágico ao Social: A Trajetória da Saúde Pública (1987) Cenas Médicas (1988) Se Eu Fosse Rotschild (1993) Judaísmo: Dispersão e Unidade (1994) Oswaldo Cruz (1996) Axão Transformada: História da Medicina na Literatura (1996) Porto de Histórias: Mistérios e Crepúsculos de Porto Alegre (2000) Meu Filho, o Doutor: Medicina e Judaísmo na História, na Literatura (2000)terça-feira, 15 de março de 2011
Desafio: pontue corretamente.

PENSE antes de ver a resposta que está ao final da postagem. Afinal, assim não seria um teste.
Essa já é difícil para brasileiro. Imagine para americano...
MARIA TOMA BANHO PORQUE SUA MÃE DISSE ELA PEGUE A TOALHA.
RESPOSTA :
Maria toma banho porque sua. Mãe, disse ela, pegue a toalha.
A 'pegadinha' está no fato do uso do verbo suar, confundindo com o pronome possessivo (sua)...
sábado, 10 de julho de 2010
Literatura - Parnasianismo:
Origina-se de Parnasus, região montanhosa da Grécia. Segundo a lenda, ali moravam os poetas. Alguns críticos chegaram a considerar o Parnasianismo como uma espécie de Realismo na poesia. O autor Realista percebe a crise da “síntese burguesa”, já não acredita em valores da classe dominante, em compensação, o autor parnasiano mantém certa indiferença frente ai drama cotidiano, isolando-se numa “torre de marfim”, elaborando teorias de acordo com hedonismo, ou seja, preocupação com o prazer individual.
Características do Parnasianismo:
• Impessoalidade e objetividade: evitando fazer confissões pessoais, os poetas parnasianos procuravam fazer descrições objetivas de cenas e coisas, numa poesia pictórica, retratista, contrária a idealização romântica. Vasos, estátuas, elementos exóticos, históricos, filosóficos, arqueológicos e mitológicos.
• Visão carnal da mulher: ao contrário dos românticos que descreviam a mulher idealizada, os parnasianos a descrevia como fêmea desejada e sadia.
• Arte pela arte: para os parnasianos a verdade era igual à beleza, e a beleza residia na forma; portanto, a arte não teria outra finalidade além da criação da beleza, não teria qualquer compromisso, não existiria função da sociedade, da religião, da moral etc. O único compromisso da arte seria com ela mesma, contudo veremos que os brasileiros não seguiram a risca este princípio.
• Culto da forma: em consequência da fórmula verdade= beleza = forma, os parnasianos buscaram a perfeita expressão, do que decorre.
a) predominância da técnica sobre a inspiração, da forma sobre o conteúdo;
b) assimilação dos ideais das artes plásticas, comparação doa poeta com o pintor, o escultor, o ourives;
c) procura da rima rica, rara, ou resultante da combinação de categorias gramaticais diferentes, aversão aos termos cognatos (originários da mesma raiz);
d) retorno aos modelos clássicos greco-latinos e alusão à mitologia;
e) correção gramatical, uso de vocábulos raros, inversão frasal;
f) procura da palavra perfeita (mot juste);
g) predileção pelo soneto, abandono do verso branco;
h) repúdio a hiato, encontro de duas vogais no fim de uma palavra e no princípio de outra: be/le/za é ân/sia;
i) sonetos terminados com “chave de ouro”, isto é, com um verso final bem escrito, procurando condensar uma idéia e arrematando o poema com um belo efeito.
Parnasianos da prosa: Rui Barbosa, Coelho Neto, Xavier Marques, e outros.
Principais autores:
• Olavo Bilac: um dos poetas mais combatidos pelos modernistas por apresentar certos traços românticos em sua poesia. Ele tem como característica dominar a poética e a língua, devido a sua extrema preocupação com o refinamento formal.
O poeta ufanista:
Olavo Bilac cantou os símbolos pátrios, a mata, as estrelas, as crianças, os soldados, a bandeira, os dias nacionais, etc. Veja-se o soneto “Pátria”:
“Pátria, latejo em ti, no teu lenho, por onde
Circulo! E sou perfume, e sombra, e sol, e orvalho!]
E, em seiva, ao teu clamor a minha voz responde,]
E subo do teu cerne ao céu de galho em galho!]
Dos teus liquens, dos teus cipós, da tua fronde,]
Do ninho que gorjeia em teu doce agasalho,
Do fruto a amadurar que em teu seio se esconde]
De ti, - rebento em luz e em cânticos me espalho!
Vivo, choro em teu pranto; e, em teus dias felizes,]
No alto, como uma flor, em ti, pompeio e exulto!]
E eu, morto - sendo tu cheia de cicatrizes,
Tu golpeada e insultada, - eu tremerei sepulto:
E os meus ossos no chão, como as tuas raízes,]
Se estorcerão de dor, sofrendo o golpe e o insulto!”]
Via-Láctea
“Ora (direis) ouvir estrelas! Certo
Perdeste o senso! E eu vos direi, no entanto,
Que, para ouvi-las, muita vez desperto
E abro as janelas, pálido de espanto...
E conversamos toda a noite, enquanto
A via-láctea, como um pálido aberto,
Cintila. E, ao vir do sol, saudoso e em pranto,
Inda as procuro pelo céu deserto.
Direis agora: “Tresloucado amigo!
Que conversas com elas? Que sentido
Tem o que dizem, quando estão contigo?
E eu vos direi: “Amai para entendê-las!
Pois só quem ama pode ter ouvido
Capaz de ouvir e de entender estrelas.”
Obras:
Poesia: Poesias (“Panópilas”, “Via-Láctea”. “O caçador de esmeraldas”, “Sarças de fogo” e “Alma inquieta”) (1888); Sagres (1898); Poesias infantis (1904) e Tarde (1919).
Prosa: Crítica e fantasia (1904); Tratado de versificação (1905), em co-autoria.
• Raimundo Correia: sua poesia tem um tom melancólico e pessimista no questionamento da vida e sua transitoriedade. Porém, foi um mestre na construção verbal, caracterizando-se pela escolha prefeita do vocábulo e pelo domínio do verso e da língua. Seus poemas também serviram como ação política e social e às vezes com um fundo filosófico e ideológico.
Obras:
Poesia: Primeiros sonhos (1897); Sinfonias (1893); Versos e versões (1897); Aleluias (1891) e poesias (1898).
• Alberto de oliveira:
sua obra revela excessiva preocupação formal, gosto por preciosismos e sintaxe rebuscada. O exotismo, o sentimento contido, as imagens sugestivas, a linguagem às vezes nobre, mas sem arcaísmos, a tendência às descrições da natureza e as coisas antigas, a melancolia e saudade são características de sua poesia.
Obras:
Poesia: Canções românticas (1877-78); meridionais (1884); Sonetos e poemas (1895); Versos e rimas (1895) e Ramo de árvore (1922).
domingo, 16 de maio de 2010
Literatura - Simbolismo:

a segunda metade do século XIX, a Europa vivia uma fase de cientificismo, isto é, tudo tinha que ser comprovado, visto, sentido ou apalpado para ser real ou ser valorizado…contra isso surgiu o movimento simbolista, que acreditava na intuição contra a lógica, no subjetivismo dos sentidos contra a explicação racional. O simbolismo foi um movimento influenciado pelo poeta pós-romântico “Charles Baudelaire” (1821-1867), entre seus poemas mais conhecidos está “Correspondências”, leia com atenção a seguir:
Correspondências (Charles Baudelaire)
A natureza é um templo onde vivos
Note que o poema apresenta uma linguagem vaga, repleta de adjetivos e substantivos abstratos, assim utilizando-se do vago, indefinido, da imprecisão, forma muito utilizada no simbolismo.
Arte Simbolista, marcada pela procura do simbólico.
Características do Simbolismo:
O simbolismo apresenta características, muitas vezes semelhantes ao movimento parnasianista, devido aos dois movimentos repercutirem à mesma época, dentre essas características podemos apresentar:
O gosto pelo subjetivismo:
Os simbolistas fartos com a busca pela ciência e pelo que pudesse ser comprovado, utilizam uma linguagem que propõe temas vagos, frases que não levam a lugar algum, apenas usadas para “florear”, assim podemos dizer o assunto do que se quer dizer em um poema. Torna-se comum usar uma linguagem que busque o irreal, apenas como forma de divagação, tornando os temas nada objetivos no simbolismo.
Reação ao racionalismo:
O simbolismo vai contra tudo que se declara científico, tudo exige ser tocado, ser real. Os poetas simbolistas buscam a espiritualização da arte, ou seja, a busca e crença no que não pode ser comprovado, mas que pode de alguma forma ser sentido, vivido, podemos comparar o simbolismo nesse aspecto a crenças como a lei da atração, o espiritismo, a religiosidade, tudo que englobe a palavra fé.
O Simbolismo no Brasil
Ao contrário do que ocorreu na Europa, onde o simbolismo teve suprema importância, no Brasil os simbolistas sofreram grande oposição devido à força do parnasianismo brasileiro (movimento que apresentava semelhança com o simbolismo, porém, com a valorização da produção textual acima de qualquer outro objetivo).
Apesar disso, o simbolismo trouxe grandes contribuições para as inovações na poesia que viriam a ocorrer no séculoXX.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Literatura- Resumo e análise- Cinco Minutos, José de Alencar.
Cinco Minutos conta a estória do casamento do autor com Carlota. No entanto, para o leitor, parece que está escutando uma história que não é para ele, já que Alencar dirige seu texto a uma prima. O leitor aqui é uma terceira pessoa, um "voyeur" que fica entre José de Alencar e sua prima. Ao mesmo tempo em que tenta levar o leitor a pensar que tudo é imaginário e faz parte das fantasias do autor, José de Alencar faz questão de narrar fatos verídicos da época, acontecimentos reais que marcaram o Rio de Janeiro no início do século. É tão minucioso nesse aspecto que até narra datas e horários etc. Atualmente as histórias do autor romântico passam como que quase infantis e ingênuas para o leitor moderno. São narrações em que o amor sempre vence decisões passionais de amantes, amor e amor e amor. À época, os folhetins eram lidos pelas senhoras burgueses. Exagerando-se um pouco na dose, poderíamos dizer que Alencar lembra remotamente, os livrinhos que embalam os sonhos de moças solteiras, no entanto não se pode deixar de dizer que sua escrita, linguagem, e modo estilísco são de extrema qualidade. Foi Alencar quem se dissociou do modelo português da escrita para definitivamente inaugurar o texto nosso, brasileiro. Os livros Cinco Minutos e A Viuvinha falam sobre a vida burguesa. Suas personagens são personagens que, no fundo, representam o ideal acabado da vida burguesa, tropicalmente reproduzida na Corte brasileira. Em Cinco Minutos, o narrador-personagem está disponível, da primeira à última página, para satisfazer a todos os caprichos de sua imaginação. Sem compromisso profissional algum, o aspecto financeiro de suas peregrinações atrás de Carlota não chega jamais a preocupá-lo.
Análise:
José de Alencar não era um adepto das convenções sociais marcadas pelo tempo cronológico,ou seja, hora para fazer isso,horário para fazer aquilo...achava que os seres não podiam ficar submetidos a um aparelho com pequenos ponteiros e que esse ordenasse suas vidas. Isso fica evidente também na obra -Cinco Minutos- devido ao fato da personagem conhecer o amor de sua vida através de um atraso de cinco minutos em relação a sua rotina diária, ou seja, o atraso pode ser benéfico ,segundo o autor.
Cinco Minutos é um romance bem curto que conta uma estória de amor contada na cidade do Rio de Janeiro, em meados do século XIX. O autor usa de um artifício para contar essa estória ao leitor: ele finge que está contando o fato a prima dele através de uma carta. Em Cinco Minutos, o narrador-personagem está onipresente da primeira à última página. O titulo do livro chama bastante atenção pelo o nome : Cinco Minutos. A ilustração da capa também chamou a atenção, pois havia uma mulher com uma carta na mão. Na intenção de dar aparência real à sua estória, o autor faz citações precisas de locais e horários e ainda uma mistura de realidade e fantasia, imaginação e romantismo.
O autor (José de Alencar) que participa da obra é um dos maiores escritor de ficção do nosso romantismo e escreveu vários livros que focalizam os diversos aspectos de nossa realidade. Alencar nasceu em Messejana , em 1829, e foi advogado, jornalista e político. Morreu no Rio de Janeiro, em 1877.
Na obra existem dois principais protagonistas... o narrador: que se caracteriza por ser um homem rico e sem profissão que não liga para bens matérias e seu amor Carlota: que é uma moça de 16 anos. Os dois possuem uma coisa em comum... eles são românticos... um personagem antagonista que é a mãe de Carlota e vários outros personagens secundários. O texto é desenvolvido em Três cidades : Andaraí (Minas), Rio de Janeiro e Petrópolis. A obra acontece aproximadamente ao tempo cronológico de três meses.
Enfim, o livro relata um pouco da realidade vivida pelo autor envolta em fantasia, imaginação e romantismo.
sábado, 17 de outubro de 2009
Literatura, resumo - Capitães de Areia (Jorge Amado):
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
A cultura literária e o nosso dia a dia...Raul Seixas não deu a solução para o Brasil,mas vou dar...parte II:
Leia, seja mais, mostre que tu sabes o que é bom e o que pode ser cortado de sua vida e de seu cotidiano...somente através da leitura obtemos essa percepção.
Postagem mais Recente
Concordância Nominal ? O básico está aqui.
CONCORDÂNCIA NOMINAL O artigo, o adjetivo, o pronome adjetivo e o numeral concorda...
Postagens mais Visitadas
-
Continuando a série revisão para a prova,heheheheh...vamos aos dígrafos( assunto fácil,mas se tu perguntares por aí o que é muitos nem fazem...
-
Sílaba Tônica: A sílaba tônica de uma palavra é aquela que apresenta maior peso em sua pronúncia, isto é, a sílaba mais alta ou mais forte d...
-
INTENÇÃO COMUNICATIVA: O objetivo maior da Literatura é o ato da comunicação, ou seja, a troca de informações, mensagens. Isto se dá através...
-
Abaixo uma síntese dos movimentos literários: Quinhentismo (século XVI) Representa a fase inicial da literatura brasileira, pois ocorre...
-
Todos os dias ouvimos as pessoas utilizarem termos no plural quando deveriam colocá-los no singular. Exemplos disso são dois erros crassos (...
-
Um dos livros mais lidos da história entra na lista dos meus preferidos: A Divina Comédia, de Dante Alighieri. O livro narra a história de D...
-
Resumo: Cinco Minutos conta a estória do casamento do autor com Carlota. No entanto, para o leitor, parece que está escutando uma história q...
-
Na Língua Portuguesa a crase indica à contração de A + A= À. A crase representa o uso de uma preposição mais artigo feminino ou anda uma pre...
-
A pedido de alguns alunos meus irei postar esse tópico,aliás,é assunto da prova da semana que vem,heheheh..... Bom, encontros vocálicos re...
-
É normal em nossa língua haver confusão pelos usuários quanto a alguns detalhes na hora da escrita de algum termo, analisaremos em seguida a...