terça-feira, 19 de abril de 2011

Literatura - Teste seus conhecimentos.




1 - Quem é o autor de "Memórias Póstumas de Brás Cubas"?









2 - A cachorra "Baleia" é personagem do romance:









3 - Escrita no final do século XIX, é dividida em três partes: "A Terra", "O Homem" e "A Luta". Estamos falando da obra:









4 - A obra "Escrava Isaura", que foi várias vezes adaptada para televisão, é de qual autor?









5 - Participou da Semana de Arte Moderna de 1922. Ao descobrir-se tuberculoso, deixou os estudos e temendo uma morte precoce, dedicou-se a uma extensa obra poética, morreu, porém, aos 82 anos. Trata-se do poeta:









6 - A obra "Capitães da Areia", que retrata a vida dos meninos de rua de Salvador na década de 30, foi escrita por:









7 - "Riobaldo" é o personagem principal de qual obra?









8 - Qual poeta possui o epíteto "O poeta dos Escravos"?









9 - Os poetas brasileiros influenciados por Lord Byron ou "geração do Mal do Século", pertencem a:









10 - O Romance "Olhai os Lírios do Campo" foi escrito por qual autor?









11 - Quem foi a esposa de Jorge Amado?









12 - Quais poetas são, respectivamente, chamados de o "Boca do Inferno" e "O Poetinha"?









13 - Qual é o único escritor abaixo que NÃO está vivo?









14 - O livro "Estrela da Vida Inteira" reúne a obra poética de qual autor?









15 - Quem foi o maior romancista da terceira geração romântica?








Respostas em dois dias.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Literatura - A Belle Époque - Correntes de Vanguarda



Em fins do século XIX os frutos da evolução já eram diretamente presentes na sociedade, o setor industrial crescia como louco com grandes invenções A Classe média vivia um sentimento de esperança, tudo era de tamanha euforia quanto às probabilidades futuras.



Era uma época em que os bares, a vida noturna, as atividades artísticas e culturais cresciam na Europa com grande velocidade e criatividade, recebendo com isso o nome de belle époque. Esse momento foi considerado uma época de paz, crescimento e beleza da França para com seus países vizinhos na Europa.Porém, de outro lado havia a classe operária, que lutava por condições melhores de vida, sendo esse o período da criação dos movimentos operários.



O Brasil na belle époque



O Brasil também foi afetado de maneira de suma importância nesse período, às transformações urbanas devido à vinda de imigrantes foi processo atuante. O processo socioeconômico crescia de um lado as manifestações rurais; de outro o crescimento e a urbanização das áreas centro-sul.



Correntes de Vanguarda



Juntamente com as transformações do início do século XX, vários processos artísticos foram criados e de suma importância para a expressão literária futura, são eles:



Futurismo

Surgiu por meio do Manifesto do Futurismo, publicado em Paris, em 1909, assinado pelo italiano Filippo Tommaso Marinetti. Nesse documento, o primeiro de uma série (foram publicados pelo menos vinte manifestos) – Marinetti propunha:





  • O amor ao perigo, à verdade, à energia.


  • A abominação do passado: arqueologia, academicismo, nostalgia, sentimentalismo.


  • A exaltação da guerra, do militarismo, do patriotismo: “A guerra é a única higiene do mundo”.


  • A substituição da psicologia do homem (destruindo o eu na literatura) pela obsessão da matéria.


  • A incorporação de novos objetos como tema de poesia: locomotivas, automóveis, aviões, navios a vapor, fábricas, multidões de trabalhadores.


  • “Exaltação da bofetada e do soco: Não há beleza senão na luta”.


Dos manifestos que seguiram que envolveram pintura, música, escultura, moral, mulher e arte mecânica, entre outros assuntos, o mais importante foi o Manifesto Técnico da Literatura Futurista, datado de março de 1912, publicado em Milão, onde são apresentados minuciosamente os pontos básicos de uma reforma radical:





  • A destruição da sintaxe, com os substantivos dispostos ao acaso.


  • O emprego do verbo no infinitivo, para que se adapte elasticamente ao substantivo e possa dar o sentido de continuidade e da intuição que nele se percebe.


  • Abolição do adjetivo, para que o substantivo guarde sua “cor essencial”.


  • Abolição do advérbio, “que dá à frase uma cansativa unidade de tom”.


  • Supressão dos elementos de comparação: como, parecido com, assim como.


  • Substituição dos sinais tradicionais de pontuação por signos matemáticos: X-:+=>< e pelos sinais musicais.


  • Abolição de todos os clichês.


O propósito de fazer do Futurismo o estilo de arte que expressasse o progresso, a vida mecanizada, acabou fazendo desse movimento um meio de divulgação do fascismo de Mussolini. Futurismo e fascismo tinham em comum: o desprezo pela democracia e pelo socialismo, o antifeminismo, o caráter antiburguês.



A seguir, analise esse texto futurista e observe suas características: O trecho é de Álvaro Campos e chama-se: Ode Triunfal





Álvaro de Campos



(Heterônimo de Fernando Pessoa)





À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica



Tenho febre e escrevo.



Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,



Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.



Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!



Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!



Em fúria fora e dentro de mim,



Por todos os meus nervos dissecados fora,



Por todas as papilas fora de tudo com que eu [sinto!



Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos [modernos,



De vos ouvir demasiadamente de perto,



E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso



De expressão de todas as minhas sensações,



Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas!



Em febre e olhando os motores como a uma Natureza tropical -



Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força -



Canto, e canto o presente, e também o passado [e o futuro,



Porque o presente é todo o passado e todo o futuro



(...)



Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!



Ser completo como uma máquina!



Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo!



Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,



Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento



A todos os perfumes de óleos e calores e carvões



Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!



(...)



Cubismo



O ponto de partida do Cubismo foi a pintura de Pablo Picasso. O quadro Les Demoiselles d’Avignon, de 1907 propunha uma nova forma de apreensão do real. Por meio de formas geometrizadas, deformadas, Picasso procura captar o objeto em simultaneidade, isto é, de vários ângulos ao mesmo tempo.



Na literatura podem ser apontados os seguintes elementos do estilo cubista:





  • A obra de arte não deve ser uma representação objetiva da natureza, mas uma transformação dela, ao mesmo tempo objetiva e subjetiva.


  • A procura da verdade deve centralizar-se na realidade pensada, criada, e não na realidade aparente.


  • A ordem cronológica deve ser eliminada. As sensações e recordações vão e vêm do presente ao passado, embaralhando o tempo.


  • A valorização do humor, a fim de afugentar a monotonia da vida nas modernas sociedades industrializadas.


  • A supressão da lógica; preferência pelo pensamento-associação, que transita entre o consciente e o subconsciente.


A técnica dos cubistas é a da representação da realidade por meio de estruturas geométricas, desmontando os objetos para que, remontados pelo espectador, deixassem transparecer uma estrutura superior, essencial. Os cubistas afirmam que as coisas nunca aparecem como elas são, mas deformadas em todos os sentidos.



Poema de Sete Faces



Carlos Drummond de Andrade







Quando nasci, um anjo torto



desses que vivem na sombra



disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.



As casas espiam os homens



que correm atrás de mulheres.



A tarde talvez fosse azul,



não houvesse tantos desejos.



O bonde passa cheio de pernas:



pernas brancas pretas amarelas.



Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu



[coração.



Porém meus olhos



não perguntam nada.



O homem atrás do bigode



é sério, simples e forte.



Quase não conversa.



Tem poucos , raros amigos



o homem atrás dos óculos e do bigode.



Meu Deus, por que me abandonaste



se sabias que eu não era Deus



se sabias que eu era fraco.



Mundo mundo vasto mundo



se eu me chamasse Raimundo,



seria uma rima, não seria uma solução.



Mundo mundo vasto mundo,



mais vasto é meu coração.



Eu não devia te dizer



mas essa lua



mas esse conhaque



botam a gente comovido como o diabo.



Gauche: termo francês, quer dizer torto, desajeitado



Dadaísmo

Surgido em Zurique, na Suíça, com o primeiro manifesto do romeno Tristan Tzara, lido em 1916, o Dadaísmo foi a mais radical das correntes de vanguarda.



O movimento nasceu no Cabaret Voltaire, ponto de encontro de artistas vindos de várias partes da Europa e que procuravam proteção contra a Primeira Guerra Mundial na neutralidade política da Suíça. Entre esses artistas estavam: Hans Arp, Marcel Jancso e Hugo Ball.



Para os dadaístas, a guerra evidenciava a crise de uma civilização cujos valores morais e espirituais já não tinham mais razão de serem preservados. Por isso, afirmavam o desejo de independência, de desconfiança para com a sociedade em geral: “Não reconhecemos nenhuma teoria. Basta de academias cubistas e futuristas: laboratórios de idéias formais”.



Numa prova dessa liberdade total, o próprio Tristan Tzara explica como surgiu o nome do movimento:



“Encontrei o nome por casualidade, inserindo uma espátula num tomo fechado do Petit Laorousse e lendo imediatamente, ao abri-lo, a primeira linha que me chamou a atenção: Dada.



Meu propósito foi criar apenas uma palavra expressiva que através de sua magia fechasse todas as portas à compreensão e não fosse apenas mais um –ISMO”.



“Dada” significa cavalo de balanço em francês, “sim” em romeno, preocupação em conduzir o carrinho do bebê em alemão, uma forma de chamar a mãe em italiano, e, em certas regiões da África, o rabo da vaca sagrada. A partir dessa plurissignificação, a obra dadaísta passa a ser improvisação, desordem, dúvida, oposição a qualquer tipo de equilíbrio.



Faziam parte das propostas dadaístas:





  • A denúncia das fraquezas por a Europa passava.


  • A recusa dos valores racionalistas da burguesia.


  • A desmistificação da arte: “a arte não é coisa séria”.


  • A negação da lógica, da linguagem, da arte e da ciência.


  • A abolição da memória, da arqueologia, dos profetas e do futuro.


No último manifesto do movimento (ao todo foram sete), Tzara dá uma receita para fazer um poema dadaísta:



Pegue um jornal.



Pegue a tesoura.



Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema.



Recorte o artigo.



Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco.



Agite suavemente.



Tire em seguida cada pedaço um após o outro.



Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco.



O poema se parecerá com você.



E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.



Certos de que a arte não precisa ser compreensível, os dadaístas inventaram a técnica dos ready mande, que consiste em retirar um objeto do uso corrente de seu ambiente normal, para criar máquinas impossíveis de utilização. Marcel Duchamp, um dos mais geniais criadores do ready made, expôs, entre outras coisas, uma roda de bicicleta cravada num banco e um urinol. Pintou também, certa vez, uma Mona Lisa decorada com bigodes.



As exposições dadaístas visavam sobretudo provocar escândalo. A mais sensacional de todas foi realizada em Colônia, na Alemanha, em 1920.



Expostos numa cervejaria, os ready made aguardavam os visitantes, que recebiam um martelo ao entrarem no recinto, a fim de destruírem as obras de que não gostassem. Bebidas alcoólicas foram distribuídas em abundância. Em meio à confusão, uma jovem vestida de primeira comunhão recitava poemas pornográficos. A mostra foi fechada pela polícia, mas atingiu seu objetivo: escandalizou a burguesia.



Com o tempo, o Dadaísmo irradiou-se para outros centros, como Nova Iorque, Berlim, Colônia, Hannover e Paris. A partir da década de 1950, apareceram, sobretudo nos Estados Unidos, movimentos neodadaístas são chamados de “arte do lixo” e a pop-art, baseadas nas mesmas idéias de protesto e de antiarte.



Leia um texto dadaísta:





Parafins gatins alphaluz sexohnei la guerrapaz



Ourake palávora driz okê Cris expacial



Projeitinho imanso ciumortevida vidavid



Lambetelho frúturo orgasmaravalha-me Logun



Homenina nel parais de felicidadania:



Outras palavras (Caetano Veloso)



Surrealismo

O Surrealismo foi o último dos movimentos de vanguarda. Surgiu em 1924, em Paris, quando André Breton lançou o Manifesto do Surrealismo.



O movimento nasceu de uma ruptura com o Dadaísmo. Enquanto os dadaístas insistiam na mera destruição, o niilismo e na autofagia, Breton e outros artistas como Louis Aragon e Salvador Dali achavam que a ação demolidora deveria somente uma das etapas do processo criativo. Queriam elaborar uma nova cultura, encontrar um caminho de acesso às zonas profundas do psiquismo no humano. Questionando a sociedade e a arte, eles se propunham destruí-la, para recriá-la a partir de técnicas renovadoras.



Os surrealistas procuravam fundir a imaginação, que dorme no inconsciente, com a razão. Juntar o maravilhoso do sonho, dos estados de alucinação e até de loucura do homem, com o maravilhoso e externo: a fantasia e a realidade unidas permitiram captar uma super-realidade.



Eram propostas dos surrealistas:



Abolição da lógica. Recusavam o racionalismo absoluto que permite apenas captar os fatos relacionados unicamente com a nossa experiência.



Valorização do inconsciente. Apoiados na pesquisas de Sigmund Freud, que identifica zonas (o subconsciente e o inconsciente) muito importantes para a ação do ser humano, procuram a inspiração nos sonhos.



Atribuição de um caráter lúdico à arte. A poesia deixa de ser em entendida como canto ou como meio de comunicação de vivências, para se tornar ação mágica, mito, meio de conhecimento:







  • Automatização da escrita. O texto deve ter como preocupação maior captar o funcionamento real do pensamento. Os pensamentos devem ser exprimidos caoticamente, tal como nos ocorrem, sem preocupação com o ordenamento lógico.


  • Presença do humor negro. Com o propósito de fugir aos lugares-comuns, os surrealistas juntam muitas vezes uma palavra logicamente adequada a uma outra absurda, produzindo imagens insólitas, como: anjo torto, cadáver agradável, morte feliz, etc.


Leia um texto surrealista:



As realidades







(fábula)



Era uma vez uma realidade



com suas ovelhas de lã real



a filha do rei passou por ali



E as ovelhas baliam que linda que está



a re a re a realidade.



Na noite era uma vez



uma realidade que sofria de insônia



Então chegava a madrinha fada



e realmente levava-a pela mão



a re a re a realidade.



No trono havia uma vez



um velho rei que se aborrecia



e pela noite perdia o seu manto



e por rainha puseram-lhe ao lado



a re a re a realidade.



CAUDA: dade dade a reali



dade dade a realidade



A real a real



idade idade dá a reali



ali



a re a realidade



era uma vez a REALIDADE.



(Louis Aragon)



No Brasil, o precursor do modernismo foi a semana de arte moderna





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Língua Portuguesa - Pontuação.


Na Língua Portuguesa existem duas formas quanto a caracterização da pontuação, são elas: pontuação interna e pontuação externa. Pontuação interna: A pontuação interna caracteriza-se por ser dentro de uma oração. Pontuação externa: A pontuação externa caracteriza-se pela utilização da pontuação como divisor de orações meio a um período. Os sinais de pontuação servem para dar sentido a uma oração, assim podemos notar que uma oração pode apresentar diferentes interpretações ou sentidos de acordo com a forma que ela é pontuada. Vejamos a seguir as principais regras:


Ponto e Vírgula:

Utilizamos o ponto e vírgula nos seguintes casos:

Para itens de uma enumeração.

Ex.: Lista de compras: a. Pão; b. Açúcar; c. Leite.

Para aumentar a pausa antes das conjunções adversativas – mas, porém, contudo, todavia – e substituir a vírgula.

Ex.: Deveria ir à reunião hoje; porém só poderei ir amanhã à noite.

Para substituir a vírgula no caso de troca de classe gramatical e uso de três vírgulas anteriores meio a uma oração:

Ex.: O jacaré, o leão, o macaco, a girafa; todos estavam enjaulados e abrigados da chuva. Para separar orações opositivas: Uns trabalham; outros não trabalham.


Vírgula: A vírgula é usada nos seguintes casos:

- para separar o nome de localidades das datas. Porto Alegre, 12 de Maio de 2009.

Para separar vocativo. Ex.: Meu amor, espere que já estou chegando.

Para separar aposto. Ex.: Brasil, país do futebol, é pentacampeão mundial de futebol.

Para separar expressões explicativas ou retificativas, tais como: isto é, aliás, além, por exemplo, além disso, então. Ex.: O nosso sistema precisa de proteção, isto é, de um bom antivírus. Além disso, precisamos de um bom firewall.

Para separar orações coordenadas assindéticas. Ex.: Ela ganhou uma guitarra, mas não sabe tocar. Para separar orações coordenadas sindéticas, desde que não sejam iniciadas por e, ou e nem. Ex.: Cobram muitos impostos, poucas obras são feitas. - para separar orações adjetivas explicativas. Ex.: A Amazônia, pulmão mundial está sendo devastada. Para separar o adjunto adverbial. Ex.: Com o pé, chutou a bola.


Ponto :

É utilizado na finalização de frases declarativas ou imperativas. Ex.: Vamos assistir ao jogo. O ponto final também é utilizado em abreviaturas. Ex.: Dr. ( doutor), Dra. ( doutora), Prof. ( professor), Sr. ( senhor), etc.


Ponto de Interrogação:

É utilizado no fim de uma palavra, oração ou frase, indicando uma pergunta direta. Ex.: Onde tu moras? Por que não telefonastes? Não deve ser usado nas perguntas indiretas. Ex.: Perguntei ao aluno se havia estudado.


Ponto de Exclamação:

É usado no final de frases exclamativas, depois de interjeições ou locuções. Ex.: Ah! Deixa isso aqui. Nossa! Isso é demais!


Dois Pontos:

Os dois pontos são empregados nos seguintes casos: Para iniciar uma enumeração. Ex.: A equipe entrará em campo com a seguinte formação: Dida; Juan; Cafu; Ronaldinho; Ronaldo. Antes de uma citação. Ex.: Já diz o ditado: filho de peixe,peixinho é. Como já diz a música: o poeta não morreu. Para iniciar a fala de uma pessoa, personagem. Ex.: O repórter disse: - Nossa reportagem volta à cena do crime. Para indicar esclarecimento, um resultado ou resumo do que já foi dito. Ex.: O Ministério de Saúde adverte:sexo seguro é com o uso de camisinha.


RETICÊNCIAS:

Indicam uma interrupção ou suspensão na sequência normal da frase. São usadas nos seguintes casos: Para indicar suspensão ou interrupção do pensamento. Ex.: Estava pensando em você quando... Caminhava tranquilamente quando passei pela esquina e... Para indicar hesitações comuns na língua falada. Ex.: Não vou ficar aqui por que... por que... não quero problemas. Para indicar movimento ou continuação de um fato. Ex.: E a bola foi entrando... Para indicar dúvida ou surpresa na fala da pessoa. Ex.: Alice! Você... ganhou na loteria! Ronaldo... tu vais viajar?


ASPAS:

São usados nos seguintes casos: Na representação de nomes de livros e legendas. Ex.: Já li “Dom Casmurro” de Machado de Assis. “Os Lusíadas” de Camões tem grande importância literária. Nas citações ou transcrições. Ex.: “Tudo começou com um telefonema da empresa, convidando-me para trabalhar lá na sede. Já havia mandado um currículo antes, mas eles nunca entraram em contato comigo. Quando as seleções recomeçaram mandei um currículo novamente”, revelou Cleber. Destacar palavras que representem estrangeirismo, vulgarismo, ironia. Ex.: Que “belo” exemplo você deu. Vamos assistir ao “show” da banda.


PARÊNTESES:

São usados nos seguintes casos: Na separação de qualquer indicação de ordem explicativa. Ex.: Predicado verbo-nominal é aquele que tem dois núcleos: o verbo (núcleo verbal) e o predicativo (núcleo nominal). - na separação de um comentário ou reflexão. Ex.: Os escândalos estão se proliferando (a imagem política do Brasil está manchada) por todo o país. Para separar indicações bibliográficas. Pra que partiu? Estou sentado sobre a minha mala No velho bergantim desmantelado... Quanto tempo, meu Deus, malbaratado Em tanta inútil, misteriosa escala! (Mario Quintana, A Rua dos Cata-Ventos, Porto Alegre, 1972).

domingo, 10 de abril de 2011

Língua Portuguesa - Separação Silábica:

As palavras são separadas em partes, a isso damos o nome de sílaba. Uma sílaba nada mais é que cada parte pronunciada de uma palavra, isto é, para separarmos uma sílaba corretamente basta pronunciarmos o termo vagarosamente, porém com a forma correta de sua fonética (som).

Ex.: Caderno: ca-der-no;
Futebol: fu-te-bol;
Incêndio:in-cên-dio.



Notamos que a cada abertura labial, ou seja, a cada vez em que abrirmos a boca uma sílaba é pronunciada.
Obs.: é importante que a pronúncia do termo seja da forma correta, isto é,mesmo que vagarosa a pronúncia deve ser exata na maneira em que a palavra é falada.

As palavras possuem uma classificação de acordo com o número de sílabas que as mesmas possuem.

Monossílabas: São as palavras que possuem apenas uma sílaba.

Ex.: Mar: mar;
Chá: chá;
Céu: céu;
Fé: fé.



Dissílabas: palavras que possuem duas sílabas em sua formação.

Ex.: Café: ca-fé;
Moral: mo-ral;
Chalé: cha-lé;
Amor: a-mor.
Osso: os-so.

Trissílabas: palavras compostas por três sílabas em sua composição.

Ex.; Estudo: es-tu-do;
Casaco: ca-sa-co;
Guitarra: gui-tar-ra.


Polissílabas: denominamos assim todas as palavras que apresentam quatro ou mais sílabas na sua composição.

Ex.: Estrutura: es-tru-tu-ra;
Portuguesa: por-tu-gue-sa;
Apostila: a-pos-ti-la;
Felicidade: fe-li-ci-da-de.
Motocicleta: mo-to-ci-cle-ta.





Obs.: Note que as consoantes,assim como as vogais idênticas, não ficam posicionadas em uma mesma sílaba:

Carro: car-ro, Assado: as-sa-do.




sábado, 9 de abril de 2011

Maldade ou loucura? Religião...

Como professor não posso deixar de expressar minha indignação contra tal fato...Fico perplexo diante do ocorrido em Realengo. Como um ser pode chegar a uma atitude dessas? não aceito explicações psicológicas,emocionais...para mim isso é podridão de caráter,maldade extrema mesmo. Fácil demais apontar motivos psiquiátricos como razão; não há resoluções que amenizem um massacre aonde crianças são vitimizadas.

O mundo anda tão louco, estou farto desse egoísmo religioso : siga sua religião e deixe outros seguirem diferentes formas de pensar, não há uma religião certa ou melhor do que a outra, o simples fato de se ter Deus no coração é o que importa. Chega de "guerras santas", não existe guerra santa, qualquer ato que prive uma vida está ligado ao mal, não importam ideologias, pensamentos.Não importa se tem o nome de Ala, Zeus, Horus...Deus é o mesmo para todos, pura energia, não um ser de barba branca que com seu cajado em riste manda seus fiéis ao ataque para que os divergentes em pensamento sejam punidos, chama-se burrice religiosa.

Em carta deixada por esse monstro existe a impressão "impuros"...impuro seria quem? alguém que pensa diferente ? ninguém está mais próximo de Deus por ter crença A ou B. Católicos, espíritas, muçulmanos, evangélicos...todos são seres aqui postos para que procurem à felicidade, cresçam, evoluam...

Ao certo não sei se esse imbecil fez o que fez por motivos ligados à religião, nem me importa, qualquer que fosse a sua religião ele não demonstrou ter realmente crença,apenas um ser maledicente, pobre de espírito, digno de pena, é uma pergunta absurda ,sem propósitos, mas não acho que alguma de suas exigências deveria ser atentida...entendo sua família, mas seus atos estão acima do amor de uma família creio eu, ruindade extrema....peço que ele possa ser iluminado aonde está agora...paz.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Literatura. Pré-Modernismo:


No início do século XX, muitos escritores naturalistas, parnasianistas, realistas e simbolistas seguiam compondo suas obras, todavia,surgiam novos escritores com uma maneira nova na escrita,tanto nos temas escolhidos como na forma de linguagem e estrutura dos textos, forma influenciada pelos escritores e artistas europeus.


O pré-modernismo não foi realmente um movimento literário,mas sim uma transição que veio a introduzir a literatura e a arte moderna no Brasil. A principal referência dessa transição foi a semana da arte moderna, realizada em 1922.



Características do Pré-Modernismo:


Apesar de ainda presos, de certa forma, pela poesia romancista, naturalista, realista e simbolista, podemos notar duas características fundamentais nos autores pré-modernistas, são elas o interesse em mostrar o que acontecia no Brasil, ou seja, a realidade brasileira e a forma com que escreviam quanto à linguagem, isto é, havia a busca por uma linguagem mais simples, coloquial, a fim de identificar uma literatura tipicamente brasileira. Vejamos a seguir essas características de forma mais aprofundada.


O interesse pela realidade brasileira:


Os autores realistas e naturalistas, como Machado de Assis e Aluísio Azevedo, narravam o dia a dia do homem universal, fosse brasileiro ou não; nos autores pré-modernistas havia a preocupação com o homem brasileiro, eram temalizados assuntos relacionados ao aspecto social do brasileiro e sua forma de levar a vida junto à reflexão da sociedade brasileira e sua conduta com o povo, é possível notar essa característica nas obras de Graça Aranha, assim como em Euclides da Cunha e Monteiro Lobato. Os autores buscavam narrar os fatos relacionados à vida dos brasileiros, exceto na obra de Augusto dos Anjos, que foge do interesse social pela vida social do povo de nosso país, podemos observar grande interesse com a vida meio a sociedade brasileira e com tudo que acontecia no Brasil.


A busca pela linguagem simples e coloquial:


Provocando muitas vezes a insatisfação de acadêmicos e poetas parnasianos, alguns autores do pré-modernismo procuraram utilizar uma forma de linguagem que se tornasse mais acessível aos brasileiros de qualquer classe. Escritores como Lima Barreto, que chegava a fugir das normas gramaticais da Língua, a fim de que pudesse ser entendido pelo maior número de leitores, com o objetivo de tornar a obra literária de algum modo ao alcance de qualquer um, podemos chamar isso de uma tentativa de popularização da arte literária.

domingo, 3 de abril de 2011

Pérolas do Enem - redação -

Em 2009 o tema da redação foi " O indivíduo frente à ética nacional ", abaixo algumas pérolas encontradas nos textos:


O Senado, habitat dos políticos, está corrupto.”


“O brasileiro é um ser fundamental para a nação brasileira.”


“Nosso país é desértico de ética.”


“Eu acho que vieram os extraterrestres e abduziram a ética nacional.!”


“É vergonhoso ver o dinheiro enfiado em certas partes dos senadores."


“Os políticos são pessoas agravantes.”


“Os políticos estão cada dia mais imaculando a imagem do país.”


“A cidadania brasileira não aguenta mais tanta corrupção.”


“Eles fazem conlunhos e conxavos enganjados em roubar.”


“Eles roubão e negão o que estam fazendo.”


“Nós brasileiro temos que ter nossas opinações.”


“Ocorrem-se casos em que a pessoa volta-se para o consumismo e o ironismo.”


“A compostura corrupta toma conta de nosso país.”


“Os políticos vai e fica sempre roubando.”


“Por medo de represalha todos perdem o interece pela corrupição.”


“Eles penca só emciproprio.”


“O povo quer coisas simples, sem muita luxúria.”


“Todos tem que ser julgados pelos crimes acometidos.”


“A justiça não deveria absorver os corruptos.”


“O Brasil é o país das fraldes e faucatruas.”


“O Brasil vive uma falta de desonestidade.”


“Só políticos ingoistas e inganadores.”


“O anti-etismo é normal.”


“Eles tinham que propunhar leis.”


"O brasileiro tira o dinheiro do seu próprio bolso para pagar os impostos”


“Existe um desinteresse populacional por causa da desobservância da ética da corrupção”


“Os corruptos desonestos…"


"O que mais falta no Brasil é a falta de ética.”


“A corrupção tinha que ter uma pena mais vitoriosa.”


“Um problema é a corrupção na qual apostamos todas nossas fichas.”


“Políticos que degrinem a imagem do país.”


“É hora dos brasileiros se revolucionarem.”


“Temos que fazer revigorar a lei que diz que quem roba tem que pagar para o robado.”


“Somos obrigados a viver de forma fantasiada”


“Vivemos em um país de corrupção e impunição.”


“A corrupção no Brasil começou com o tráfego negreiro.”


"Como vimos na operação Seteagrarra,,”,


“Eles roubam as pessoas inadequadas"


“Então eles cometem atos flatulentos"


“Esquemas fraudulosos…”


“Os caras não ta nem ai…”


“Temos que sermos capazes de escolhermos.”


“Políticos não vão presos, vão para um espar.”


“Gastam o dinheiro do povo em superfalos”


“Tem que melhorar o desemprego.”


“Eles negão de pés juntos que não são corruptos”


“Vamos honrar o sangue que corre em nossas aveias.”


“Políticos mais entusiasmados roubam o dinheiro da educação e da saúde.”


“Leis não são compridas”


“É necessário uma mutação na classe política.”


“Na ditadura não pudinhamos se manifestar.”


“Somos roubados por pessoas não qualificadas para esse fim”


“O Brasil está devidamente errado.”


“Abusam do poder que lhes foi concebido.”


"A gente liga a TV e vemos os políticos só envolvidos em pitssas.”


“Estamos sendo roubados por pessoas políticas escolhidas para este propósito.”


“Os políticos compram nossos votos e não cumprem o que prometeram”


“O Brasil ta mudando: antes tudo acabava em pizza, agora acaba em panetone. É por isso que tem tanto gordo no Senado.”


“Está na hora de usar a cabeça, as mãos, os pés e respectivos substitutivos para sermos cidadãos de bens na ética nacional.”


“Vemos políticos roubando o dinheiro que era pra ser gasto na saúde, na educação, e no aumento da violência nas grandes capitais.”


“A plausível autoridade e responsabilidade dos políticos é incondicionalmente atrelada às possibilidades possíveis, plausíveis e passíveis de corrupção que o povo digere sentados no sofá.”


“A ética termina onde começa a roupa íntima dos políticos.”


“Somos cúmplices suceptível à corrupção de políticos intimistas com cinismos intrínsecos à sociedade capitalista.”









sábado, 2 de abril de 2011

Moacyr Scliar - Biografia:


Moacyr Jaime Scliar nasceu em Porto Alegre (RS), no Bom Fim, bairro que até hoje reúne a comunidade judaica, a 23 de março de 1937, filho de José e Sara Scliar. Sua mãe, professora primária, foi quem o alfabetizou. Cursou, a partir de 1943, a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Rosário, uma escola católica. Em 1955, passou a cursar a faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), onde se formou em 1962. Em 1963, inicia sua vida como médico, fazendo residência em clínica médica. Trabalhou junto ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência (SAMDU), daquela capital. Publica seu primeiro livro, “Histórias de um Médico em Formação”, em 1962. A partir daí, não parou mais. São mais de 67 livros abrangendo o romance, a crônica, o conto, a literatura infantil, o ensaio, pelos quais recebeu inúmeros prêmios literários. Sua obra é marcada pelo flerte com o imaginário fantástico e pela investigação da tradição judaico-cristã. Algumas delas foram publicadas na Inglaterra, Rússia, República Tcheca, Eslováquia, Suécia, Noruega, França, Alemanha, Israel, Estados Unidos, Holanda e Espanha e em Portugal, entre outros países. Em 1965, casa-se com Judith Vivien Oliven. Em 1968, publica o livro de contos "O Carnaval dos Animais", que o autor considera de fato sua primeira obra. Especializa-se no campo da saúde pública como médico sanitarista. Inicia os trabalhos nessa área em 1969. Em 1970, freqüenta curso de pós-graduação em medicina em Israel, sendo aprovado. Posteriormente, torna-se doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública. Seu filho, Roberto, nasce em 1979. A convite, torna-se professor visitante na Brown University (Departament of Portuguese and Brazilian Studies), em 1993, e na Universidade do Texas, em Austin. Colabora com diversos dos principais meios de comunicação da mídia impressa (Folha de São Paulo e Zero Hora). Alguns de seus textos foram adaptados para o cinema, teatro e tevê. Nos anos de 1993 e 1997, vai aos EUA como professor visitante no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University. Em 31 de julho de 2003 foi eleito, por 35 dos 36 acadêmicos com direito a voto, para a Academia Brasileira de Letras, na cadeira nº 31, ocupada até março de 2003 por Geraldo França de Lima. Tomou posse em 22 de outubro daquele ano, sendo recebido pelo poeta gaúcho Carlos Nejar. O escritor faleceu no dia 27/02/2011, em Porto Alegre (RS), vítima de falência múltipla de órgãos.


Obras:

contos O Carnaval dos Animais (1968) A Balada do Falso Messias (1976) Histórias da Terra Trêmula (1976) O Anão no Televisor (1979) Os Melhores Contos de Moacyr Scliar (1974) Dez Contos Escolhidos (1984) Para Gostar de Ler - Vol. 9 (1984) - (resumo do conto ''Cego e amigo gedeão a beira da estrada'') O Olho Enigmático (1986) Contos Reunidos (1995) A Orelha de Van Gogh (1995) O Amante da Madonna (1997) Os Contistas (1997) Histórias para (quase) Todos os Gostos (1998) romances A Guerra no Bom Fim (1972) O Exército de um Homem Só (1973) Os Deuses de Raquel (1975) O Ciclo das Águas (1975) Mês de Cães Danados (1977) Doutor Miragem (1979) Os Voluntários (1979) O Centauro no Jardim (1980) Max e os Felinos (1981) A Estranha Nação de Rafael Mendes (1983) Cenas da Vida Minúscula (1991) Sonhos Tropicais (1992) A Majestade do Xingu (1997) A Mulher que Escreveu a Bíblia (1999) Os Leopardos de Kafka (2000) literatura juvenil Cavalos e Obeliscos (1981) A Festa no Castelo (1982) Memórias de um Aprendiz de Escritor (1984) No Caminho dos Sonhos (1988) O Tio que Flutuav.( 1988) Os Cavalos da República (1989) Pra Você Eu Conto (1991) Uma História Só pra Mim (1994) Um Sonho no Caroço do Abacate (1995) O Rio Grande Farroupilha (1995) Câmera na Mão, O Guarani no Coração (1998) A Colina dos Suspiros (1999) O Mistério da Casa Verde (2000) O Livro da Medicina (2000) crônicas Massagista Japonesa (1984) Um País Chamado Infância (1995) Dicionário do Viajante Insólito (1995) Minha Mãe Não Dorme Enquanto Eu Não Chegar (1996) ensaios A Condição Judaica (1987) Do Mágico ao Social: A Trajetória da Saúde Pública (1987) Cenas Médicas (1988) Se Eu Fosse Rotschild (1993) Judaísmo: Dispersão e Unidade (1994) Oswaldo Cruz (1996) Axão Transformada: História da Medicina na Literatura (1996) Porto de Histórias: Mistérios e Crepúsculos de Porto Alegre (2000) Meu Filho, o Doutor: Medicina e Judaísmo na História, na Literatura (2000)

sábado, 26 de março de 2011

Feliz Aniversário PORTO ALEGRE !


Parabéns à nossa capital...

Cidade bonita e tal.

Terra dos gaúchos

E do Estado que dá frutos.


Antiga Porto dos Casais,

Cidade orgulho do BRASIL.

Tem o ceu mais anil,

Cresce a cada dia mais.


Aqui há grandes belezas...

E um povo Farroupilha.

E tem o rio das profundezas...

No Gasômetro, o pôr so Sol...

Mas que beleza.

Vallim.

Postagem mais Recente

Concordância Nominal ? O básico está aqui.

CONCORDÂNCIA NOMINAL                                 O artigo, o adjetivo, o pronome adjetivo e o numeral concorda...

Postagens mais Visitadas