O narrador, para relatar a fala das personagens, pode servir-se de dois recursos:
Discurso direto - o narrador reproduz textualmente as palavras da personagem : Exemplo -
O pai chamou Pedrinho e perguntou:
ex.: Quem quebrou o vidro, meu filho?
Discurso Indireto - o narrador transmite com suas próprias palavras a fala da personagem.
ex.: Quando o pai chegou, perguntou à mulher quem quebrara o vidro. . .
A diferença básica entre discurso direto e indireto é a mudança de emissor. No discurso direto, o emissor é a personagem; no discurso indireto, o emissor é o narrador. A opção por uma dessas formas depende da intencionalidade do narrador e com a expressividade que pretende obter .
sábado, 28 de novembro de 2009
Língua - Vozes Verbais:
Voz verbal é a flexão do verbo que indica se o sujeito pratica, ou recebe, ou pratica e recebe a ação verbal.
Voz Ativa
Quando o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação verbal ou participa ativamente de um fato.
Ex.
As meninas exigiram a presença da diretora.
A torcida aplaudiu os jogadores.
O médico cometeu um erro terrível.
Voz Passiva
Quando o sujeito é paciente, ou seja, sofre a ação verbal.
Voz Passiva Sintética
A voz passiva sintética é formada por verbo transitivo direto, pronome se (partícula apassivadora) e sujeito paciente.
Ex. :
Entregam-se encomendas.
Alugam-se casas.
Compram-se roupas usadas.
Voz Passiva Analítica
A voz passiva analítica é formada por sujeito paciente, verbo auxiliar ser ou estar, verbo principal indicador de ação no particípio - ambos formam locução verbal passiva - e agente da passiva. Veja mais detalhes aqui.
Ex.:
As encomendas foram entregues pelo próprio diretor.
As casas foram alugadas pela imobiliária.
As roupas foram compradas por uma elegante senhora.
Voz Reflexiva
Será chamada simplesmente de reflexiva, quando o sujeito praticar a ação sobre si mesmo.
Ex.:
Carla machucou-se.
Osbirvânio cortou-se com a faca.
Voz Ativa
Quando o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação verbal ou participa ativamente de um fato.
Ex.
As meninas exigiram a presença da diretora.
A torcida aplaudiu os jogadores.
O médico cometeu um erro terrível.
Voz Passiva
Quando o sujeito é paciente, ou seja, sofre a ação verbal.
Voz Passiva Sintética
A voz passiva sintética é formada por verbo transitivo direto, pronome se (partícula apassivadora) e sujeito paciente.
Ex. :
Entregam-se encomendas.
Alugam-se casas.
Compram-se roupas usadas.
Voz Passiva Analítica
A voz passiva analítica é formada por sujeito paciente, verbo auxiliar ser ou estar, verbo principal indicador de ação no particípio - ambos formam locução verbal passiva - e agente da passiva. Veja mais detalhes aqui.
Ex.:
As encomendas foram entregues pelo próprio diretor.
As casas foram alugadas pela imobiliária.
As roupas foram compradas por uma elegante senhora.
Voz Reflexiva
Será chamada simplesmente de reflexiva, quando o sujeito praticar a ação sobre si mesmo.
Ex.:
Carla machucou-se.
Osbirvânio cortou-se com a faca.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Língua - Uso da Crase:
Na Língua Portuguesa a crase indica à contração de A + A= À. A crase representa o uso de uma preposição mais artigo feminino ou anda uma preposição mais pronome demonstrativo. É importante lembrarmos que a crase não é um acento, mas sim uma contração de a+a, indicando a fusão de dois sons.
Ex.: O ministro chegou à embaixada.
(PREPOSIÇÃO + ARTIGO)
O ministro chegou a + a embaixada.
à
Utiliza-se crase quando é necessário o uso de uma preposição frente a uma palavra que aceite um artigo feminino designando gênero (feminino) e número.
Volta às aulas.
Nesse caso é necessária uma preposição, termo que faz ligação entre dois outros termos para que haja concordância na oração, pois não é certo escrevermos:
Volta aulas.
Escrita dessa forma perde-se a concordância da oração, quem volta, volta a algum lugar. Assim como o termo aulas aceita artigo na designação de gênero feminino.
A crase também muda o significado de uma oração, observe o exemplo:
Bateu à porta.
Nesse caso, indica-se que a porta recebeu umas pancadinhas, alguém deu murros na porta (a porta é adjunto adverbial de lugar e exige o uso de crase).
Bateu a porta.
Nesse caso, a porta é objeto direto do verbo bater. Significa que alguém fechou bruscamente a mesma.
Maneiras de certificarmos o uso:
Existem alguns artifícios a fim de verificarmos o uso ou não da crase. Podemos reescrever a oração trocando o termo feminino por um sinônimo masculino, se na troca o A virar AO há crase.
Ex.: Graças à ajuda dos marinheiros a baleia foi salva.
Graças ao auxílio dos marinheiros a baleia foi salva.
Assim podemos verificar que existe crase, pois na troca dos termos houve A por Ao.
Outro método é o uso do verso “ se vou a e volto dá crase há”.
Ex.: Vou à Bahia. / Volto da Bahia.
Fui a Porto Seguro. / volto de Porto Seguro.
Uso obrigatório da Crase:
Os seguintes casos apresentam obrigatoriedade quanto ao uso da crase:
Obs.: é importante a percepção que há exceções ente os casos, como tudo em nossa Língua.Essas serão também explicadas.
Artigo + Preposição:
Dediquei-me à leitura.
Resisti à oferta.
Houve um baile à fantasia.
Com a palavra Moda ou ao estilo de ocultas:
Mesmo frente a nomes masculinos utilizamos crase quando queremos representar essas expressões ( imitando, ao estilo ou moda de alguém ou alguma coisa).
Ex.: Falei à Romário./ Falei a Romário.
No primeiro caso a crase denota que houve uma imitação quanto ao estilo de Romário falar assim sendo necessário o uso de crase; no segundo caso denota uma conversa entre o sujeito e Romário, nesse caso sem o uso de crase.
Ele escreve à Machado de Assis.
Significa que alguém escreve ao estilo de Machado de Assis.
Ele escreve a Machado de Assis.
Assim, refere uma carta escrita a Machado de Assis.
Indicando Horário:
Utilizamos na indicação de hora, a não ser que seja precedido de uma preposição antes:
Ex.: A reunião será às 21 horas.
Ele chegou às 16 horas.
Após as 18 horas chegarei ao local .
Desde as 13 horas estou a esperar por você.
Obs.: A preposição ATÉ torna o uso de crase facultativo, assim sendo poderemos utilizar a crase com a preposição até antes de indicação de horário.
Ex.: Te espero até às 21 horas.
Antes do termo DISTÂNCIA quando está aparece determinada:
Ficou à distância de um metro do acontecido.
Ensino à distância ( especifica que EAD é pela distância de rede,Internet)
Estás a distância de meu coração (nesse caso não há crase,pois a distância é subjetiva).
Antes de palavra feminina em locuções:
Comprou à vista.
Entrou à direita da noiva.
Crescemos à medida que estudamos.
Fiquei à espera de sua ligação.
Palavra Terra:
Utilizamos crase frente a esse termo quando houver representação de Terra natal ou região.
Ex.: Os astronautas chegaram à Terra.
Os marinheiros chegaram a terra.
No caso dos marinheiros terra representa chão firme ou solo e não região, assim não se utiliza a crase.
O presidente voltou à terra natal.
Palavra Casa:
Frente ao termo casa há crase apenas quando existe um complemento sobre a casa.
Ex.: Fui à casa de minha tia.
Todos voltaram à casa de Marília depois da reunião.
Nos dois casos existe um complemento sobre a casa,porém, se não houver o complemento não se utiliza a crase.
Ex.: Fui a casa com meus amigos.
O complemento refere ao sujeito e não a casa.
Fui a casa.
Frente a pronomes: aquele, aquela, aquilo, quando for possível substituir por a esse,a essa, a isso:
Permaneci indiferente àquele barulho. (a esse)
Não me refiro àquilo.(a isso).
Crase Facultativa:
Existem casos facultativos na Língua Portuguesa, ou seja, podemos utilizar ou não a contração.
Frente a nomes femininos:
Entreguei a Joana o presente.
Entreguei à Joana o presente.
Antes dos pronomes possessivos minha, tua, sua, nossa, vossa:
Fale a sua irmã.
Fale à sua irmã.
Refiro-me a vossa senhoria.
Refiro-me à vossa senhoria.
Depois da preposição ATÉ:
Vamos até a praia.
Vamos até à praia.
Uso proibido da Crase:
Antes de nomes de santos:
Orei a nossa senhora.
Rezei a São Jorge.
Antes de nomes masculinos:
Andei a cavalo.
Vendeu a prazo.
Antes de verbo:
Fiquei a esperar dias seu telefonema.
Começou a dirigir cedo.
Com A no singular antes de palavra no plural:
Não me refiro a mulheres, mas sim a crianças.
Meio a palavras repetidas:
Cara a cara, frente a frente, face a face, lado a lado.
Ex.: O ministro chegou à embaixada.
(PREPOSIÇÃO + ARTIGO)
O ministro chegou a + a embaixada.
à
Utiliza-se crase quando é necessário o uso de uma preposição frente a uma palavra que aceite um artigo feminino designando gênero (feminino) e número.
Volta às aulas.
Nesse caso é necessária uma preposição, termo que faz ligação entre dois outros termos para que haja concordância na oração, pois não é certo escrevermos:
Volta aulas.
Escrita dessa forma perde-se a concordância da oração, quem volta, volta a algum lugar. Assim como o termo aulas aceita artigo na designação de gênero feminino.
A crase também muda o significado de uma oração, observe o exemplo:
Bateu à porta.
Nesse caso, indica-se que a porta recebeu umas pancadinhas, alguém deu murros na porta (a porta é adjunto adverbial de lugar e exige o uso de crase).
Bateu a porta.
Nesse caso, a porta é objeto direto do verbo bater. Significa que alguém fechou bruscamente a mesma.
Maneiras de certificarmos o uso:
Existem alguns artifícios a fim de verificarmos o uso ou não da crase. Podemos reescrever a oração trocando o termo feminino por um sinônimo masculino, se na troca o A virar AO há crase.
Ex.: Graças à ajuda dos marinheiros a baleia foi salva.
Graças ao auxílio dos marinheiros a baleia foi salva.
Assim podemos verificar que existe crase, pois na troca dos termos houve A por Ao.
Outro método é o uso do verso “ se vou a e volto dá crase há”.
Ex.: Vou à Bahia. / Volto da Bahia.
Fui a Porto Seguro. / volto de Porto Seguro.
Uso obrigatório da Crase:
Os seguintes casos apresentam obrigatoriedade quanto ao uso da crase:
Obs.: é importante a percepção que há exceções ente os casos, como tudo em nossa Língua.Essas serão também explicadas.
Artigo + Preposição:
Dediquei-me à leitura.
Resisti à oferta.
Houve um baile à fantasia.
Com a palavra Moda ou ao estilo de ocultas:
Mesmo frente a nomes masculinos utilizamos crase quando queremos representar essas expressões ( imitando, ao estilo ou moda de alguém ou alguma coisa).
Ex.: Falei à Romário./ Falei a Romário.
No primeiro caso a crase denota que houve uma imitação quanto ao estilo de Romário falar assim sendo necessário o uso de crase; no segundo caso denota uma conversa entre o sujeito e Romário, nesse caso sem o uso de crase.
Ele escreve à Machado de Assis.
Significa que alguém escreve ao estilo de Machado de Assis.
Ele escreve a Machado de Assis.
Assim, refere uma carta escrita a Machado de Assis.
Indicando Horário:
Utilizamos na indicação de hora, a não ser que seja precedido de uma preposição antes:
Ex.: A reunião será às 21 horas.
Ele chegou às 16 horas.
Após as 18 horas chegarei ao local .
Desde as 13 horas estou a esperar por você.
Obs.: A preposição ATÉ torna o uso de crase facultativo, assim sendo poderemos utilizar a crase com a preposição até antes de indicação de horário.
Ex.: Te espero até às 21 horas.
Antes do termo DISTÂNCIA quando está aparece determinada:
Ficou à distância de um metro do acontecido.
Ensino à distância ( especifica que EAD é pela distância de rede,Internet)
Estás a distância de meu coração (nesse caso não há crase,pois a distância é subjetiva).
Antes de palavra feminina em locuções:
Comprou à vista.
Entrou à direita da noiva.
Crescemos à medida que estudamos.
Fiquei à espera de sua ligação.
Palavra Terra:
Utilizamos crase frente a esse termo quando houver representação de Terra natal ou região.
Ex.: Os astronautas chegaram à Terra.
Os marinheiros chegaram a terra.
No caso dos marinheiros terra representa chão firme ou solo e não região, assim não se utiliza a crase.
O presidente voltou à terra natal.
Palavra Casa:
Frente ao termo casa há crase apenas quando existe um complemento sobre a casa.
Ex.: Fui à casa de minha tia.
Todos voltaram à casa de Marília depois da reunião.
Nos dois casos existe um complemento sobre a casa,porém, se não houver o complemento não se utiliza a crase.
Ex.: Fui a casa com meus amigos.
O complemento refere ao sujeito e não a casa.
Fui a casa.
Frente a pronomes: aquele, aquela, aquilo, quando for possível substituir por a esse,a essa, a isso:
Permaneci indiferente àquele barulho. (a esse)
Não me refiro àquilo.(a isso).
Crase Facultativa:
Existem casos facultativos na Língua Portuguesa, ou seja, podemos utilizar ou não a contração.
Frente a nomes femininos:
Entreguei a Joana o presente.
Entreguei à Joana o presente.
Antes dos pronomes possessivos minha, tua, sua, nossa, vossa:
Fale a sua irmã.
Fale à sua irmã.
Refiro-me a vossa senhoria.
Refiro-me à vossa senhoria.
Depois da preposição ATÉ:
Vamos até a praia.
Vamos até à praia.
Uso proibido da Crase:
Antes de nomes de santos:
Orei a nossa senhora.
Rezei a São Jorge.
Antes de nomes masculinos:
Andei a cavalo.
Vendeu a prazo.
Antes de verbo:
Fiquei a esperar dias seu telefonema.
Começou a dirigir cedo.
Com A no singular antes de palavra no plural:
Não me refiro a mulheres, mas sim a crianças.
Meio a palavras repetidas:
Cara a cara, frente a frente, face a face, lado a lado.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Língua - Acentuação Gráfica:
Na Língua Portuguesa, as palavras são acentuadas de acordo com a posição da sílaba tônica. A seguir veremos as regras de acentuação a partir das oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas.
Oxítonas: Acentuam-se todas as palavras oxítonas terminadas em: A, E, O (seguidas de S ou não), assim como as com terminações em: EM, ENS.
Ex.: Sofá, Vatapá, Terminarás;
Café, Pontapé, Você, Português;
Cipó, Avó, Compôs, Bangalô;
Também, Porém, Além, Amém, Ninguém, Parabéns, Vinténs,etc.
Paroxítonas: Acentuamos todas as paroxítonas terminadas em:
R: Mártir, caráter, néctar;
L: Fácil, difícil, amável;
N: Elétron, hífen, Éden;
X: Félix, látex, tórax, córtex;
I(S): Táxi, Ísis, safári, lápis;
Us: Vírus, ônus, bônus, Vênus;
Um, uns: álbum, álbuns, quórum;
Ons: nêutrons, prótons, íons;
Ps: Bíceps, tríceps, fórceps;
ÃO(S): Órfão, órgãos, bênção;
Ã(S): ímã, órfãs.
Acentuamos também todas as paroxítonas terminadas em ditongos:
Ex.: Convênio, presidência, água, família, competência, ciência,etc.
Proparoxítonas: Todas as proparoxítonas são acentuadas na Língua Portuguesa.
Ex.: Música, Sábado, bêbado, lâmpada, único, código, cálice, Física, etc.
Oxítonas: Acentuam-se todas as palavras oxítonas terminadas em: A, E, O (seguidas de S ou não), assim como as com terminações em: EM, ENS.
Ex.: Sofá, Vatapá, Terminarás;
Café, Pontapé, Você, Português;
Cipó, Avó, Compôs, Bangalô;
Também, Porém, Além, Amém, Ninguém, Parabéns, Vinténs,etc.
Paroxítonas: Acentuamos todas as paroxítonas terminadas em:
R: Mártir, caráter, néctar;
L: Fácil, difícil, amável;
N: Elétron, hífen, Éden;
X: Félix, látex, tórax, córtex;
I(S): Táxi, Ísis, safári, lápis;
Us: Vírus, ônus, bônus, Vênus;
Um, uns: álbum, álbuns, quórum;
Ons: nêutrons, prótons, íons;
Ps: Bíceps, tríceps, fórceps;
ÃO(S): Órfão, órgãos, bênção;
Ã(S): ímã, órfãs.
Acentuamos também todas as paroxítonas terminadas em ditongos:
Ex.: Convênio, presidência, água, família, competência, ciência,etc.
Proparoxítonas: Todas as proparoxítonas são acentuadas na Língua Portuguesa.
Ex.: Música, Sábado, bêbado, lâmpada, único, código, cálice, Física, etc.
domingo, 22 de novembro de 2009
Língua - Sílaba Tônica - Oxítonas,paroxítonas e proparoxítonas.
Sílaba Tônica:
A sílaba tônica de uma palavra é aquela que apresenta maior peso em sua pronúncia, isto é, a sílaba mais alta ou mais forte da palavra. Não podemos confundir essa definição com a maior duração de sons de um termo, por exemplo: ao pronunciarmos a palavra amor. A sílaba A parece ter maior duração, porém, a sílaba mais alta, forte, é MOR. Quando uma sílaba é acentuada já nos facilita a percepção, pois o acento serve também para demarcar a sílaba tônica de um termo (mais adiante veremos acentuação gráfica).
Observe os exemplos:
EX.: Saúde: sa-ú-de.
Lápis: lá-pis.
Amor: a-mor.
Castelo: cas-te-lo.
Martelo: mar-te-lo.
Note que algumas palavras parecem ter um acento fantasma, caso de martelo, castelo, essas palavras também são fáceis de demarcarmos a sílaba tônica; Quanto aos termos que não apresentam um acento fantasma em sua pronúncia devemos analisar a sílaba de presença mais forte ou mais alta.
Classificação da Sílaba Tônica:
As palavras são classificadas de acordo com a posição da sílaba tônica. Os termos podem ser oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas.
Oxítonas: As oxítonas caracterizam-se por apresentar a sílaba tônica na última sílaba da palavra.
Ex.: Mar, Maracujá, Vatapá, cipó, café, Radar, parabéns, etc.
Paroxítonas: Caracterizam-se pela presença da sílaba tônica na penúltima sílaba da palavra.
Ex.: Táxi, Tênis, Lápis, Félix, Bíceps, Oca, índio, Caneta, moto, etc.
Proparoxítonas: São os termos que apresentam a sílaba tônica na antepenúltima sílaba da divisão silábica.
Ex.: Música, Sábado, Física, Sátira, Química, etc.
A sílaba tônica de uma palavra é aquela que apresenta maior peso em sua pronúncia, isto é, a sílaba mais alta ou mais forte da palavra. Não podemos confundir essa definição com a maior duração de sons de um termo, por exemplo: ao pronunciarmos a palavra amor. A sílaba A parece ter maior duração, porém, a sílaba mais alta, forte, é MOR. Quando uma sílaba é acentuada já nos facilita a percepção, pois o acento serve também para demarcar a sílaba tônica de um termo (mais adiante veremos acentuação gráfica).
Observe os exemplos:
EX.: Saúde: sa-ú-de.
Lápis: lá-pis.
Amor: a-mor.
Castelo: cas-te-lo.
Martelo: mar-te-lo.
Note que algumas palavras parecem ter um acento fantasma, caso de martelo, castelo, essas palavras também são fáceis de demarcarmos a sílaba tônica; Quanto aos termos que não apresentam um acento fantasma em sua pronúncia devemos analisar a sílaba de presença mais forte ou mais alta.
Classificação da Sílaba Tônica:
As palavras são classificadas de acordo com a posição da sílaba tônica. Os termos podem ser oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas.
Oxítonas: As oxítonas caracterizam-se por apresentar a sílaba tônica na última sílaba da palavra.
Ex.: Mar, Maracujá, Vatapá, cipó, café, Radar, parabéns, etc.
Paroxítonas: Caracterizam-se pela presença da sílaba tônica na penúltima sílaba da palavra.
Ex.: Táxi, Tênis, Lápis, Félix, Bíceps, Oca, índio, Caneta, moto, etc.
Proparoxítonas: São os termos que apresentam a sílaba tônica na antepenúltima sílaba da divisão silábica.
Ex.: Música, Sábado, Física, Sátira, Química, etc.
sábado, 21 de novembro de 2009
Língua - Termos essenciais da oração - Sujeito e Predicado.
Caracterizamos como sujeito na Língua Portuguesa o ser ou objeto que pratica ação em uma oração.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Meu time venceu o jogo com facilidade.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Note que o sujeito sempre refere o ser ou o objeto que pratica uma ação na oração, sendo assim, podemos descobrir o sujeito encontrando primeiramente o verbo na oração e após perguntando-lhe quem ou o quê.
O que é um grande país? O Brasil.
Quem venceu o jogo com facilidade? Meu time.
Quem estudou muito para a prova? Os alunos.
O predicado dá-se por tudo que diz respeito ao sujeito ou tudo que se fala do sujeito.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Meu time venceu o jogo com facilidade.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Núcleo do Sujeito:
Para classificarmos o sujeito de uma oração torna-se essencial a discernimento sobre o núcleo do mesmo, ou seja, para que se classifique o sujeito é preciso saber o que é um núcleo.
O núcleo é aquele termo ou termos que são de extrema importância para o entendimento da oração, isto é, os termos que são essenciais ao sujeito para que a oração tenha sentido.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Brasil é o núcleo, pois é o termo que se torna fundamental na oração.
Meu time venceu o jogo.
Time é o núcleo, pois também dá o entendimento ao sujeito.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Alunos vem a ser o núcleo, pois dá sentido ao sujeito da oração.
Classificação do Sujeito:
Classificamos o sujeito de uma oração como simples, composto, oculto, indeterminado ou inexistente.
Sujeito Simples: O sujeito simples apresenta a característica de ser formado por apenas um núcleo.
Ex.: O presidente foi ao encontro das autoridades de Estado na Europa.
O presidente forma o sujeito da oração, mas presidente é o núcleo por ser o termo sem o qual não teríamos o entendimento da oração quanto ao seu sujeito. Assim: sujeito simples.
Os pássaros voam.
Podemos notar que mesmo o termo demarcando plural,ou seja,mais de um ser, o sujeito é simples se apenas um termo for o núcleo.
Sujeito Composto: O sujeito composto por dois ou mais núcleos.
Ex.: Appio e Roberto foram ao parque domingo comer algodão doce.
Brasil e Argentina são países rivais dentro das quatro linhas.
Sujeito Indeterminado: Como diz o termo indeterminado, existe sujeito, mas não é possível determinarmos quem é o ser que pratica a ação.
Ex.: Chegou atrasado à reunião.
Estudou muito para o teste.
Foi ao cinema assistir ao filme.
Nos três exemplos podemos verificar que não aparece escrito o sujeito na oração, isto é, ele existe, mas fica posicionado antes do verbo. Nesse caso podemos ver a possibilidade quanto o encaixe do termo Alguém, se for possível caracterizamos o sujeito como indeterminado.
Existem outros pronomes pessoais que identificam esse tipo de sujeito, mas torna-se mais fácil a verificação através desse processo.
Sujeito Oculto: Do mesmo modo que no sujeito indeterminado, no sujeito oculto o ser que pratica a ação fica escondido, dai o nome oculto.
Ex.: Foram ao cinema assistir ao filme.
Jogaram bem, mas não foi possível uma maior goleada.
Cantaram durante à noite toda aquela canção que todos conheciam.
Podemos notar nos exemplos que há possibilidade de encaixarmos pronomes pessoais: eles, elas, nós, vós, tu, eu. Dessa forma podemos identificar o sujeito oculto.
Sujeito Inexistente: Esse tipo de sujeito também é chamado de oração sem sujeito em algumas gramáticas, mas a forma mais comum quanto ao nome é inexistente. Existem duas características marcantes para a sua identificação:
Quando existe verbo que personifique um fenômeno da natureza.
Ex.: Geou em Canela ontem durante a tarde.
Trovejou durante à noite.
Nevou em Gramado.
Note que em todos os casos o verbo indica um fenômeno da natureza ligado ao clima.
Verbo Haver no sentido de existir:
Há cinco livros na estante.
Havia muitos carros no engarrafamento devido ao tráfego intenso de veículos.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Meu time venceu o jogo com facilidade.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Note que o sujeito sempre refere o ser ou o objeto que pratica uma ação na oração, sendo assim, podemos descobrir o sujeito encontrando primeiramente o verbo na oração e após perguntando-lhe quem ou o quê.
O que é um grande país? O Brasil.
Quem venceu o jogo com facilidade? Meu time.
Quem estudou muito para a prova? Os alunos.
O predicado dá-se por tudo que diz respeito ao sujeito ou tudo que se fala do sujeito.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Meu time venceu o jogo com facilidade.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Núcleo do Sujeito:
Para classificarmos o sujeito de uma oração torna-se essencial a discernimento sobre o núcleo do mesmo, ou seja, para que se classifique o sujeito é preciso saber o que é um núcleo.
O núcleo é aquele termo ou termos que são de extrema importância para o entendimento da oração, isto é, os termos que são essenciais ao sujeito para que a oração tenha sentido.
Ex.: O Brasil é um grande país.
Brasil é o núcleo, pois é o termo que se torna fundamental na oração.
Meu time venceu o jogo.
Time é o núcleo, pois também dá o entendimento ao sujeito.
Os alunos estudaram muito para a prova.
Alunos vem a ser o núcleo, pois dá sentido ao sujeito da oração.
Classificação do Sujeito:
Classificamos o sujeito de uma oração como simples, composto, oculto, indeterminado ou inexistente.
Sujeito Simples: O sujeito simples apresenta a característica de ser formado por apenas um núcleo.
Ex.: O presidente foi ao encontro das autoridades de Estado na Europa.
O presidente forma o sujeito da oração, mas presidente é o núcleo por ser o termo sem o qual não teríamos o entendimento da oração quanto ao seu sujeito. Assim: sujeito simples.
Os pássaros voam.
Podemos notar que mesmo o termo demarcando plural,ou seja,mais de um ser, o sujeito é simples se apenas um termo for o núcleo.
Sujeito Composto: O sujeito composto por dois ou mais núcleos.
Ex.: Appio e Roberto foram ao parque domingo comer algodão doce.
Brasil e Argentina são países rivais dentro das quatro linhas.
Sujeito Indeterminado: Como diz o termo indeterminado, existe sujeito, mas não é possível determinarmos quem é o ser que pratica a ação.
Ex.: Chegou atrasado à reunião.
Estudou muito para o teste.
Foi ao cinema assistir ao filme.
Nos três exemplos podemos verificar que não aparece escrito o sujeito na oração, isto é, ele existe, mas fica posicionado antes do verbo. Nesse caso podemos ver a possibilidade quanto o encaixe do termo Alguém, se for possível caracterizamos o sujeito como indeterminado.
Existem outros pronomes pessoais que identificam esse tipo de sujeito, mas torna-se mais fácil a verificação através desse processo.
Sujeito Oculto: Do mesmo modo que no sujeito indeterminado, no sujeito oculto o ser que pratica a ação fica escondido, dai o nome oculto.
Ex.: Foram ao cinema assistir ao filme.
Jogaram bem, mas não foi possível uma maior goleada.
Cantaram durante à noite toda aquela canção que todos conheciam.
Podemos notar nos exemplos que há possibilidade de encaixarmos pronomes pessoais: eles, elas, nós, vós, tu, eu. Dessa forma podemos identificar o sujeito oculto.
Sujeito Inexistente: Esse tipo de sujeito também é chamado de oração sem sujeito em algumas gramáticas, mas a forma mais comum quanto ao nome é inexistente. Existem duas características marcantes para a sua identificação:
Quando existe verbo que personifique um fenômeno da natureza.
Ex.: Geou em Canela ontem durante a tarde.
Trovejou durante à noite.
Nevou em Gramado.
Note que em todos os casos o verbo indica um fenômeno da natureza ligado ao clima.
Verbo Haver no sentido de existir:
Há cinco livros na estante.
Havia muitos carros no engarrafamento devido ao tráfego intenso de veículos.
Língua - SUJEITO - Partícula apassivadora, Transformação: voz passiva.
• Sujeito indeterminado: ocorre quando a terminação do verbo e o contexto permitem reconhecer que: - existe um elemento ao qual o predicado se refere, mas - não é possível identificar quem é, nem quantos são esses elementos.
Exemplo: Chegaram da festa tarde demais.
Há duas maneiras de se indeterminar o sujeito:
- pode-se colocar o verbo na terceira pessoa do plural, sem referência a nenhum antecedente; Exemplo: Dizem péssimas coisas sobre você.
- justapondo-se o pronome se – índice de indeterminação do sujeito – ao verbo na terceira pessoa do singular.
Exemplo: Precisa-se de balconista.
* Quando o verbo está na terceira pessoa do plural, fazendo referência a elementos antecedentes, o sujeito classifica-se como determinado.
Exemplo: A sua família não te respeita. Dizem péssimas coisas sobre você.
* É preciso não confundir a classificação do sujeito em frases aparentemente equivalentes como as que seguem:
Exemplos: Discutiu-se o fato. Discordou-se do fato.
Na primeira, o sujeito é determinado; na segunda é indeterminado. Para compreender a diferença entre um caso e outro, é preciso levar em conta que o pronome se pode funcionar como:
• Partícula apassivadora: nesse caso, sempre há na frase um sujeito determinado;
• Índice de indeterminação do sujeito: nesse caso, o sujeito é indeterminado. Se – Partícula apassivadora Quando o pronome se funciona como partícula apassivadora, ocorre a seguinte estrutura:
• Verbo na terceira pessoa (singular e plural) • Pronome se;
• Um substantivo (ou palavra equivalente) não precedido de preposição;
• É possível a transformação na voz passiva com o verbo ser (voz passiva analítica).
Exemplo: Contou-se a história.
verbo na 3ª pessoa
pronome
substantivo sem preposição.
Transformação:
Foi contada a história.
voz passiva analítica (com o verbo ser)
A análise da frase anterior será então a seguinte:
Contou-se a história.
Voz passiva sintética ou pronominal
partícula apassivadora
sujeito determinado simples
Se – Índice de indeterminação do sujeito Quando o pronome se funciona como índice de indeterminação do sujeito, ocorre esta estrutura:
• Verbo na terceira pessoa do singular;
• Pronome se;
• Não ocorre um substantivo sem preposição que possa ser colocado como sujeito do verbo na voz passiva analítica.
Exemplo:
Falou-se da história.
verbo na 3ª pessoa do singular
pronome
substantivo com preposição.
Transformação na voz passiva analítica – não é possível. A frase terá então a seguinte análise:
? falou se da história
sujeito indeterminado
verbo na voz ativa
índice de indeterminação do sujeito
objeto.
Resumão:
• Sujeito inexistente: ocorre quando simplesmente não existe elemento ao qual o predicado se refere.
Exemplo: Choveu durante o dia.
O verbo que não tem sujeito chama-se impessoal e os verbos impessoais mais comuns são os seguintes: - haver: no sentido de existir, acontecer e na indicação de tempo passado. Exemplo: Houve poucas reclamações.
- fazer: na indicação de tempo passado e de fenômenos da natureza. Exemplo: Faz dois anos que te perdi.
- ser: na indicação de tempo e distância. Exemplo: É dia.
- todos os verbos que indicam fenômenos da natureza; Exemplo: Nevou durante a madrugada. Choveu muito durante o dia.
Exemplo: Chegaram da festa tarde demais.
Há duas maneiras de se indeterminar o sujeito:
- pode-se colocar o verbo na terceira pessoa do plural, sem referência a nenhum antecedente; Exemplo: Dizem péssimas coisas sobre você.
- justapondo-se o pronome se – índice de indeterminação do sujeito – ao verbo na terceira pessoa do singular.
Exemplo: Precisa-se de balconista.
* Quando o verbo está na terceira pessoa do plural, fazendo referência a elementos antecedentes, o sujeito classifica-se como determinado.
Exemplo: A sua família não te respeita. Dizem péssimas coisas sobre você.
* É preciso não confundir a classificação do sujeito em frases aparentemente equivalentes como as que seguem:
Exemplos: Discutiu-se o fato. Discordou-se do fato.
Na primeira, o sujeito é determinado; na segunda é indeterminado. Para compreender a diferença entre um caso e outro, é preciso levar em conta que o pronome se pode funcionar como:
• Partícula apassivadora: nesse caso, sempre há na frase um sujeito determinado;
• Índice de indeterminação do sujeito: nesse caso, o sujeito é indeterminado. Se – Partícula apassivadora Quando o pronome se funciona como partícula apassivadora, ocorre a seguinte estrutura:
• Verbo na terceira pessoa (singular e plural) • Pronome se;
• Um substantivo (ou palavra equivalente) não precedido de preposição;
• É possível a transformação na voz passiva com o verbo ser (voz passiva analítica).
Exemplo: Contou-se a história.
verbo na 3ª pessoa
pronome
substantivo sem preposição.
Transformação:
Foi contada a história.
voz passiva analítica (com o verbo ser)
A análise da frase anterior será então a seguinte:
Contou-se a história.
Voz passiva sintética ou pronominal
partícula apassivadora
sujeito determinado simples
Se – Índice de indeterminação do sujeito Quando o pronome se funciona como índice de indeterminação do sujeito, ocorre esta estrutura:
• Verbo na terceira pessoa do singular;
• Pronome se;
• Não ocorre um substantivo sem preposição que possa ser colocado como sujeito do verbo na voz passiva analítica.
Exemplo:
Falou-se da história.
verbo na 3ª pessoa do singular
pronome
substantivo com preposição.
Transformação na voz passiva analítica – não é possível. A frase terá então a seguinte análise:
? falou se da história
sujeito indeterminado
verbo na voz ativa
índice de indeterminação do sujeito
objeto.
Resumão:
• Sujeito inexistente: ocorre quando simplesmente não existe elemento ao qual o predicado se refere.
Exemplo: Choveu durante o dia.
O verbo que não tem sujeito chama-se impessoal e os verbos impessoais mais comuns são os seguintes: - haver: no sentido de existir, acontecer e na indicação de tempo passado. Exemplo: Houve poucas reclamações.
- fazer: na indicação de tempo passado e de fenômenos da natureza. Exemplo: Faz dois anos que te perdi.
- ser: na indicação de tempo e distância. Exemplo: É dia.
- todos os verbos que indicam fenômenos da natureza; Exemplo: Nevou durante a madrugada. Choveu muito durante o dia.
Língua - Frase, oração e período:
Frase:
Em nossa língua denominamos frase como a menor unidade gramatical, ou seja, qualquer palavra que denote alguma ideia de sentido:
Ex.: fogo, bola, poste, porta, saída, dragão etc.
Em suma, qualquer palavra que pronunciamos e que apresenta algum sentido denomina-se como uma frase.
Oração:
Oração dá-se por uma ideia ligada a um verbo em seu desenvolvimento.
Ex.: A menina caiu do balanço.
A bola foi chutada em direção ao gol pelo jogador.
Paula subiu rapidamente a escada.
Notamos grafados os verbos, assim , percebemos que uma oração necessita de um verbo para que seja assim denominada: uma ideia ligada a um verbo.
Período:
Chamamos de período uma ideia levada até o ponto.
Ex.: Paula subiu rapidamente a escada.
O ponto caracteriza o final de um período, devido a isso, quanto há um sinal de pontuação indicando que ainda falta uma ideia a ser colocada não é caracterizado um período. Então, se tivéssemos a mesma ideia, porém com um ponto de interrogação ao final, não teríamos um período.
Ex.: Paula subiu rapidamente a escada?
Os períodos classificam-se em dois tipos:
Período Simples:
Chamamos de período simples sempre que houver apenas uma oração.
Ex.: Os lutadores fizeram uma boa luta.
O golpe foi fatal.
Um dos lutadores venceu a luta.
Notamos que nos três exemplos existe apenas uma oração compondo a ideia.
Período Composto:
O período composto caracteriza-se por ser formado por duas ou mais orações até o encerramento da ideia, ou seja, até o ponto de encerramento.
Ex.: Os lutadores fizeram uma boa luta, mas ao final apenas um saiu vencedor.
Tenho certeza: amo você.
A menina caiu do balanço, machucou o braço.
Note que em todos os exemplos existe mais de uma oração até o ponto encerrando a ideia. Podemos assim observar que os sinais de pontuação servem também,em nossa língua, com fim a separar uma oração de outra.
Em nossa língua denominamos frase como a menor unidade gramatical, ou seja, qualquer palavra que denote alguma ideia de sentido:
Ex.: fogo, bola, poste, porta, saída, dragão etc.
Em suma, qualquer palavra que pronunciamos e que apresenta algum sentido denomina-se como uma frase.
Oração:
Oração dá-se por uma ideia ligada a um verbo em seu desenvolvimento.
Ex.: A menina caiu do balanço.
A bola foi chutada em direção ao gol pelo jogador.
Paula subiu rapidamente a escada.
Notamos grafados os verbos, assim , percebemos que uma oração necessita de um verbo para que seja assim denominada: uma ideia ligada a um verbo.
Período:
Chamamos de período uma ideia levada até o ponto.
Ex.: Paula subiu rapidamente a escada.
O ponto caracteriza o final de um período, devido a isso, quanto há um sinal de pontuação indicando que ainda falta uma ideia a ser colocada não é caracterizado um período. Então, se tivéssemos a mesma ideia, porém com um ponto de interrogação ao final, não teríamos um período.
Ex.: Paula subiu rapidamente a escada?
Os períodos classificam-se em dois tipos:
Período Simples:
Chamamos de período simples sempre que houver apenas uma oração.
Ex.: Os lutadores fizeram uma boa luta.
O golpe foi fatal.
Um dos lutadores venceu a luta.
Notamos que nos três exemplos existe apenas uma oração compondo a ideia.
Período Composto:
O período composto caracteriza-se por ser formado por duas ou mais orações até o encerramento da ideia, ou seja, até o ponto de encerramento.
Ex.: Os lutadores fizeram uma boa luta, mas ao final apenas um saiu vencedor.
Tenho certeza: amo você.
A menina caiu do balanço, machucou o braço.
Note que em todos os exemplos existe mais de uma oração até o ponto encerrando a ideia. Podemos assim observar que os sinais de pontuação servem também,em nossa língua, com fim a separar uma oração de outra.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Literatura - Canção do exílio (Gonçalves Dias).
"Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Interpretação:
Gonçalves Dias escreveu o poema quando estava em Portugal, daí o nome : canção do exílio. O poema faz uma exaltação à natureza brasileira com as devidas características da primeira geração romântica: valorização da natureza,indianianismo e nacionalismo.
O poeta exalta as qualidades de nosso país, realizando uma comparação entre o Brasil e o país onde estava: Portugal.
É possível notar que Gonçalves Dias mostra um certo descontentamento com a visão tida pelos portugueses em relação ao nosso território, por isso nessa comparação o autor relata sobre as belezas de nossa terra e transcreve que a vida aqui é melhor, pois há mais felicidade em nossas vidas, nossa natureza é mais vívida, nosso ceu mais límpido,nossa fauna e flora mais celestiais.
O poema trata com verdadeiro nacionalismo, patriotismo e amor nosso país.
Onde canta o Sabiá;
As aves que aqui gorjeiam,Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, à noite -
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá."
Interpretação:
Gonçalves Dias escreveu o poema quando estava em Portugal, daí o nome : canção do exílio. O poema faz uma exaltação à natureza brasileira com as devidas características da primeira geração romântica: valorização da natureza,indianianismo e nacionalismo.
O poeta exalta as qualidades de nosso país, realizando uma comparação entre o Brasil e o país onde estava: Portugal.
É possível notar que Gonçalves Dias mostra um certo descontentamento com a visão tida pelos portugueses em relação ao nosso território, por isso nessa comparação o autor relata sobre as belezas de nossa terra e transcreve que a vida aqui é melhor, pois há mais felicidade em nossas vidas, nossa natureza é mais vívida, nosso ceu mais límpido,nossa fauna e flora mais celestiais.
O poema trata com verdadeiro nacionalismo, patriotismo e amor nosso país.
domingo, 1 de novembro de 2009
Língua - Acordo Ortográfico - Terceira parte: O Alfabeto.
Bem...já vimos o que muda na Língua Portuguesa em relação ao uso do trema e do hífen ( acordo ortográfico, parte I e II), assim como o porquê das novas regras e do acordo entre os países da Língua Portuguesa. Agora veremos o que modifica em relação ao alfabeto....na quarta e última parte será abordada a nova acentuação.
O alfabeto da Língua Portuguesa passa de 23 letras a ter novamente 26 , pois de acordo com o acordo são reintroduzidas as letras: K, W ,Y.
Então: A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,T,U,V,W,X,Y,Z.
Na verdade essas letras permaneciam na maioria de nossos dicionários, sendo utilizadas em unidades de medida: W (watt), Km ( quilômetro), Kg (quilograma), bem como em nomes e derivações estrangeiras: playboy, Kung Fu, Kafka, Kaiser, show, playground, windsurf,etc.
Continua...em quatro partes.
O alfabeto da Língua Portuguesa passa de 23 letras a ter novamente 26 , pois de acordo com o acordo são reintroduzidas as letras: K, W ,Y.
Então: A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,T,U,V,W,X,Y,Z.
Na verdade essas letras permaneciam na maioria de nossos dicionários, sendo utilizadas em unidades de medida: W (watt), Km ( quilômetro), Kg (quilograma), bem como em nomes e derivações estrangeiras: playboy, Kung Fu, Kafka, Kaiser, show, playground, windsurf,etc.
Continua...em quatro partes.
sábado, 31 de outubro de 2009
Caso da Loira de minivestido
Não posso deixar de escrever sobre o caso absurdo ocorrido na faculdade Bandeirantes,no ABC Paulista.A menina que foi de minivestido para a aula e teve que sair escoltada pela polícia, pois milhares de estudantes,tanto homens como mulheres, xingavam , ameaçavam de estupro, o celular por baixo do vestido da menina para tirar fotos....poxa, em plena universidade isso, bando de animais...indignos de frequentar uma universidade,pois o certo seria frequentarem um "zoo". Aqui em Poa é normal vermos nas universidades meninas trajando vestidos, saias, minissaias, mas nosso povo parece civilizado...não falo mal de paulistas, pois prezo esse grande estado e sei que suas universidades são ótimas instituições de ensino.....e nada têm com o intuito medieval de alguns alunos. Só espero que esses notem que estão em uma universidade e comecem a agir como tal...cresçam,evoluam...
domingo, 25 de outubro de 2009
Língua - Transitividade Verbal- objeto direto, indireto:
Como vimos no "post" anterior, alguns verbos possuem sentido completo,enquanto outros não. A transitividade verbal tem como estudo esse elemento: os verbos que necessitam de complemento são chamados transitivos; verbos que não necessitam de complemento são denominados: intransitivos.
Verbos Intransitivos (V.I.):
São os verbos que não necessitam de complemento por apresentarem um sentido completo.
ex.: Os alunos estudam.
O professor chegou.
O bebê nasceu.
Note que é possível acrescentar um complemento, pois todo o verbo pode receber um, mas não é necessário no caso do verbo ser intransitivo.
Os alunos estudam para a prova. O professor chegou antes do sinal. O bebê nasceu prematuro.
Verbos Transitivos (V.T.):
São assim chamados os verbos que necessitam de complemento, pois não apresentam sentido sem esse. A esse complemento damos o nome de objeto ( direto quando colocado sem o auxílio de uma preposição e indireto quando utiliza preposição).
Verbos Transitivos Diretos ( V.T.D.):
Nominamos desse modo aqueles verbos que necessitam de complemento sem o auxílio de uma preposição, ou seja, utilizam um objeto direto como complemento.
ex.: A avó agradou o neto.
Todos falavam alto demais.
Minha equipe venceu o campeonato brasileiro.
Nos três exemplos o verbo não apresenta uma preposição no complemento, portanto, objeto direto após o verbo.
Verbos Transitivos Indiretos (V.T.I.):
São os verbos que necessitam de complemento com o auxílio de uma preposição, portanto, objeto indireto.
ex.: O novo projeto econômico não agradou ao povo.
Todos falavam de ti.
todos gostam de música.
O mesmo verbo pode agir como transitivo direto em uma oração e ser transitivo indireto em outra. Isso ocorre de acordo com o objeto colocado e a sua necessidade quanto à regência.
Verbos Transitivos Diretos e Indiretos ( V.T.D.I.):
São os verbos que apresentam mais de um complemento. Um com objeto direto e outro com objeto indireto.
ex.: Agradeci a ela o convite.
Chamei o menino à atenção, pois estava conversando durante a aula.
Entregou flores à secretária.
Os casos acima mostram verbos com um complemento utilizando preposição ( objeto indireto) e outro sem preposição (objeto direto).
Verbos Intransitivos (V.I.):
São os verbos que não necessitam de complemento por apresentarem um sentido completo.
ex.: Os alunos estudam.
O professor chegou.
O bebê nasceu.
Note que é possível acrescentar um complemento, pois todo o verbo pode receber um, mas não é necessário no caso do verbo ser intransitivo.
Os alunos estudam para a prova. O professor chegou antes do sinal. O bebê nasceu prematuro.
Verbos Transitivos (V.T.):
São assim chamados os verbos que necessitam de complemento, pois não apresentam sentido sem esse. A esse complemento damos o nome de objeto ( direto quando colocado sem o auxílio de uma preposição e indireto quando utiliza preposição).
Verbos Transitivos Diretos ( V.T.D.):
Nominamos desse modo aqueles verbos que necessitam de complemento sem o auxílio de uma preposição, ou seja, utilizam um objeto direto como complemento.
ex.: A avó agradou o neto.
Todos falavam alto demais.
Minha equipe venceu o campeonato brasileiro.
Nos três exemplos o verbo não apresenta uma preposição no complemento, portanto, objeto direto após o verbo.
Verbos Transitivos Indiretos (V.T.I.):
São os verbos que necessitam de complemento com o auxílio de uma preposição, portanto, objeto indireto.
ex.: O novo projeto econômico não agradou ao povo.
Todos falavam de ti.
todos gostam de música.
O mesmo verbo pode agir como transitivo direto em uma oração e ser transitivo indireto em outra. Isso ocorre de acordo com o objeto colocado e a sua necessidade quanto à regência.
Verbos Transitivos Diretos e Indiretos ( V.T.D.I.):
São os verbos que apresentam mais de um complemento. Um com objeto direto e outro com objeto indireto.
ex.: Agradeci a ela o convite.
Chamei o menino à atenção, pois estava conversando durante a aula.
Entregou flores à secretária.
Os casos acima mostram verbos com um complemento utilizando preposição ( objeto indireto) e outro sem preposição (objeto direto).
sábado, 24 de outubro de 2009
Língua - Regência verbal e nominal - curiosidades:
A regência trata das relações existentes entre os termos em uma frase, ou seja, estuda a dependência entre as palavras. Toda frase apresenta termo regente e termo ou termos regidos.
Termos regentes Termos regidos
Agradar a o filho.
Chamar o filho.
Amor a o próximo.
Na Língua Portuguesa essa relação entre termo regido e termo regente é indicada pelo uso das preposições.
Regência Nominal:
Quando termo regente é um nome temos a regência nominal ( substantivo, adjetivo, advérbio).
Horror a Buenos Aires.
Natural de Buenos Aires.
Um dia em Buenos Aires.
Nos casos em que os nomes não apresentam um sentido completo é necessário complemento, assim o significado do nome transita para o complemento estabelecendo uma relação entre regente e regido que é medida por uma preposição.
Note algumas regências:
acessível a
ávido de, por
entendido em
equivalente a
fácil de
firme em
grato a
gosto por
Regência Verbal:
Refere ao estudo dos verbos quanto à necessidade e ao tipo de complemento exigido, nesse caso o termo regente na oração é um verbo e não um nome.
Chegamos a Buenos Aires.
Estamos em Buenos Aires.
Simpatizamos com Buenos Aires.
Alguns verbos, por expressarem uma ideia completa, não exigem complemento. São os verbos Intransitivos( assunto que será tratado logo mais)
Os jovens estudam.
O menino dormiu.
As crianças brincam.
Há também os verbos de ligação: ser,estar,ficar,andar,permanecer,parecer,etc.
Outros verbos não têm sentido completo, exigem complemento (objeto direto, objeto indireto). São os verbos transitivos( assunto que será abordado logo mais):
Meu pai comprou um sítio.
verbo O.D.
As crianças gostam de desenhos animados.
verbo O.I.
Observe que no primeiro caso a ligação entre o verbo e seu complemento dá-se diretamente, ou seja, verbo transitivo direto e objeto direto; no segundo caso temos o uso de preposição entre o verbo e o complemento, logo: verbo transitivo indireto e objeto indireto.
Algumas regências:
verbo ASSISTIR:
No sentido de presenciar, ser espectador, pede objeto indireto:
Assistimos ao filme ontem. Assisti a um ótimo filme.
No sentido de dar auxílio, ajudar, pede objeto direto:
O médico assiste o paciente. O escoteiro assistiu o senhor.
Obs.: notamos assim que o uso do verbo assistir sem preposição é errado no caso de presenciar. Ouvimos esse erro frequentemente: assisti o filme ( você ajudou, deu auxílio ao filme? )
Agradar:
No sentido de satisfazer, pede objeto indireto, ou seja, preposição entre o verbo e o complemento:
A nova lei não agradou ao público.
No sentido de dar carinho,afago, pede objeto direto, opu seja, sem o uso de preposição entre verbo e complemento:
A avó agradou o neto.
NÃO DEVEMOS DAR A DOIS VERBOS DE REGÊNCIA DIFERENTE O MESMO COMPLEMENTO:
ex.: entrar em e sair de:
ERRADO: O aluno entrava e saía da sala repetidas vezes.
CERTO: O aluno entrava na sala e saía dela repetidas vezes.
COM VERBOS DE MOVIMENTO ( IR,VIR, COMPARECER,VOLTAR, CAIR) EMPREGA-SE A PREPOSIÇÃO A E NÃO EM.
ERRADO: Caiu no chão.
CERTO: Caiu ao chão.
ERRADO: Vou na casa de um amigo.
CERTO: Vou à casa de um amigo.
ERRADO: Cheguei no aeroporto.
CERTO: Cheguei ao aeroporto.
Preferir: prefere-se uma a outra:
Prefiro a democracia ao totalitarismo.
Todos preferem elogio à censura.
Termos regentes Termos regidos
Agradar a o filho.
Chamar o filho.
Amor a o próximo.
Na Língua Portuguesa essa relação entre termo regido e termo regente é indicada pelo uso das preposições.
Regência Nominal:
Quando termo regente é um nome temos a regência nominal ( substantivo, adjetivo, advérbio).
Horror a Buenos Aires.
Natural de Buenos Aires.
Um dia em Buenos Aires.
Nos casos em que os nomes não apresentam um sentido completo é necessário complemento, assim o significado do nome transita para o complemento estabelecendo uma relação entre regente e regido que é medida por uma preposição.
Note algumas regências:
acessível a
ávido de, por
entendido em
equivalente a
fácil de
firme em
grato a
gosto por
Regência Verbal:
Refere ao estudo dos verbos quanto à necessidade e ao tipo de complemento exigido, nesse caso o termo regente na oração é um verbo e não um nome.
Chegamos a Buenos Aires.
Estamos em Buenos Aires.
Simpatizamos com Buenos Aires.
Alguns verbos, por expressarem uma ideia completa, não exigem complemento. São os verbos Intransitivos( assunto que será tratado logo mais)
Os jovens estudam.
O menino dormiu.
As crianças brincam.
Há também os verbos de ligação: ser,estar,ficar,andar,permanecer,parecer,etc.
Outros verbos não têm sentido completo, exigem complemento (objeto direto, objeto indireto). São os verbos transitivos( assunto que será abordado logo mais):
Meu pai comprou um sítio.
verbo O.D.
As crianças gostam de desenhos animados.
verbo O.I.
Observe que no primeiro caso a ligação entre o verbo e seu complemento dá-se diretamente, ou seja, verbo transitivo direto e objeto direto; no segundo caso temos o uso de preposição entre o verbo e o complemento, logo: verbo transitivo indireto e objeto indireto.
Algumas regências:
verbo ASSISTIR:
No sentido de presenciar, ser espectador, pede objeto indireto:
Assistimos ao filme ontem. Assisti a um ótimo filme.
No sentido de dar auxílio, ajudar, pede objeto direto:
O médico assiste o paciente. O escoteiro assistiu o senhor.
Obs.: notamos assim que o uso do verbo assistir sem preposição é errado no caso de presenciar. Ouvimos esse erro frequentemente: assisti o filme ( você ajudou, deu auxílio ao filme? )
Agradar:
No sentido de satisfazer, pede objeto indireto, ou seja, preposição entre o verbo e o complemento:
A nova lei não agradou ao público.
No sentido de dar carinho,afago, pede objeto direto, opu seja, sem o uso de preposição entre verbo e complemento:
A avó agradou o neto.
NÃO DEVEMOS DAR A DOIS VERBOS DE REGÊNCIA DIFERENTE O MESMO COMPLEMENTO:
ex.: entrar em e sair de:
ERRADO: O aluno entrava e saía da sala repetidas vezes.
CERTO: O aluno entrava na sala e saía dela repetidas vezes.
COM VERBOS DE MOVIMENTO ( IR,VIR, COMPARECER,VOLTAR, CAIR) EMPREGA-SE A PREPOSIÇÃO A E NÃO EM.
ERRADO: Caiu no chão.
CERTO: Caiu ao chão.
ERRADO: Vou na casa de um amigo.
CERTO: Vou à casa de um amigo.
ERRADO: Cheguei no aeroporto.
CERTO: Cheguei ao aeroporto.
Preferir: prefere-se uma a outra:
Prefiro a democracia ao totalitarismo.
Todos preferem elogio à censura.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Língua - Uso dos porquês:
Na Língua Portuguesa há quatro (4) maneiras quanto ao uso do porquê: por que , porque, porquê, porquê.Frequentemente as pessoas falam em dificuldade na aplicação desse termo, mas é simples, vamos lá:
Por que: utilizamos em início de frase ou oração e quando é possível a substituição pelas expressões: pela qual, pelas quais, pelo qual,pelos quais, indicando motivo ou razão ou em sentido de deslocamento.
ex.: o avião por que fui a São Paulo era novo.
por que chegaste agora?
O trabalho por que sou remunerado é maravilhoso.
Porque: em afirmações.
ex.: estudo porque quero evoluir sempre.
Cheguei atrasado porque estava confuso o trânsito.
Obs.: notamos que às vezes a maneira como é escrito o porquê dá diferente interpretação ao que é colocado, se for junto e sem acento pode estar se afirmando algo e separado sem acento pode estar explicando o motivo de algo.
Porquê: quando for substantivado, ou melhor, quando aparecer após: o,os,do,dos.
ex.: Os filósofos estudam os porquês da vida.
Gostaria de saber o porquê da confusão.
Estudo dos porquês.
Por quê: utilizamos em final de frase ou oração.
ex.: Sei por quê.
sabes por quê ?
Por que: utilizamos em início de frase ou oração e quando é possível a substituição pelas expressões: pela qual, pelas quais, pelo qual,pelos quais, indicando motivo ou razão ou em sentido de deslocamento.
ex.: o avião por que fui a São Paulo era novo.
por que chegaste agora?
O trabalho por que sou remunerado é maravilhoso.
Porque: em afirmações.
ex.: estudo porque quero evoluir sempre.
Cheguei atrasado porque estava confuso o trânsito.
Obs.: notamos que às vezes a maneira como é escrito o porquê dá diferente interpretação ao que é colocado, se for junto e sem acento pode estar se afirmando algo e separado sem acento pode estar explicando o motivo de algo.
Porquê: quando for substantivado, ou melhor, quando aparecer após: o,os,do,dos.
ex.: Os filósofos estudam os porquês da vida.
Gostaria de saber o porquê da confusão.
Estudo dos porquês.
Por quê: utilizamos em final de frase ou oração.
ex.: Sei por quê.
sabes por quê ?
domingo, 18 de outubro de 2009
Língua - Ortografia de palavras do nosso dia a dia e curiosidades - parte I:
Durante o nosso dia a dia ( dia a dia sem hífen representa um dia após o outro,enquanto dia-a-dia com o uso do hífen remete a um dia inteiro do momento em que acordamos ao instante em vamos dormir) vemos uma série de "errinhos" em alguns termos grafados ou pronunciados. Aqui início a série ortografia e curiosidades,heeee...
A bola "picou"...lembre-se: a bola não "pica",mas sim "quica". Picar significa cortar enquanto quicar veio do ruído feito pela mesma ao bater no solo. A forma correta: a bola quicou na área antes do centroavante marcar o gol.
O termo gorjeta é escrito com "J" por que vem de gorja, que significa "garganta". A relação do termo ao seu uso vem do hábito primitivo de se gratificar uma pessoa pelo seu serviço com uma pequena quantidade em dinheiro ou com um pouco de bebida,apenas para "molhar a garganta".
Maquilagem/maquiagem ou maquiage: Tanto podemos utilizar maquilagem como maquiagem: maquilagem vem do francês maquillage, depois aportuguesada,pois em nossa língua não existe o uso de dois "L'" ,assim como o final age em substantivos,sendo acrescentado o "m". Basta notarmos: bobagem, hospedagem,etc. A forma maquiage no português está sempre errada.
Geada não cai, mas sim a neve. Devemos utilizar geou ontem, vai gear na madrugada, etc.
Obrigado/ obrigada: os homens devem sempre dizer obrigado em qualquer ocasião, assim como as mulheres sempre obrigada. Aguardem mais ...
A bola "picou"...lembre-se: a bola não "pica",mas sim "quica". Picar significa cortar enquanto quicar veio do ruído feito pela mesma ao bater no solo. A forma correta: a bola quicou na área antes do centroavante marcar o gol.
O termo gorjeta é escrito com "J" por que vem de gorja, que significa "garganta". A relação do termo ao seu uso vem do hábito primitivo de se gratificar uma pessoa pelo seu serviço com uma pequena quantidade em dinheiro ou com um pouco de bebida,apenas para "molhar a garganta".
Maquilagem/maquiagem ou maquiage: Tanto podemos utilizar maquilagem como maquiagem: maquilagem vem do francês maquillage, depois aportuguesada,pois em nossa língua não existe o uso de dois "L'" ,assim como o final age em substantivos,sendo acrescentado o "m". Basta notarmos: bobagem, hospedagem,etc. A forma maquiage no português está sempre errada.
Geada não cai, mas sim a neve. Devemos utilizar geou ontem, vai gear na madrugada, etc.
Obrigado/ obrigada: os homens devem sempre dizer obrigado em qualquer ocasião, assim como as mulheres sempre obrigada. Aguardem mais ...
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A pedido de alguns alunos meus irei postar esse tópico,aliás,é assunto da prova da semana que vem,heheheh..... Bom, encontros vocálicos re...
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É normal em nossa língua haver confusão pelos usuários quanto a alguns detalhes na hora da escrita de algum termo, analisaremos em seguida a...
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Na Língua Portuguesa a crase indica à contração de A + A= À. A crase representa o uso de uma preposição mais artigo feminino ou anda uma pre...